Vamos inovar os métodos de ensino para despertar o interesse nos alunos

Professores novatos e os de longa estrada encontrarão preciosas dicas de ensino para melhorar a qualidade das aulas e a participação dos alunos, transformando-os em questionadores e formadores de opinião.

O objetivo é trocar experiências, conteúdos, críticas e sugestões, de modo que os profissionais de ensino fiquem por dentro de como se inicia uma aula incentivadora, sem dar espaço a métodos ultrapassados

"Aprender é descobrir aquilo que você já sabe. Ensinar é lembrar aos outros que eles sabem tanto quanto você!" (Paulo Freire)
A informação é a melhor arma que enriquece o conhecimento
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Como iniciar História no primeiro dia do ano letivo - 3ª Parte


A terceira parte sugere ao docente de História falar da disciplina dividida com base em dois critérios:

1) História Geral e História do Brasil
2) Por período ou idade: Antiga, Média, Moderna e Contemporânea

Ainda há a história da pré-história dividida em:
a) Idade da Pedra Lascada (Paleolítico);
b) Idade da Pedra Polida (Neolítico);
c) Idade do Bronze;
d) Idade do Ferro.

A dica serve para todos os níveis. O professor universitário, por exemplo, ao receber alunos do primeiro período, pode debater com eles as divisões, com o objetivo de profunda revisão e fazê-los estarem por dentro de cada fato pertencente à respectiva época.

No final da Idade do Ferro, muitos não lembram que, nesse período, surgiu a escrita e, a partir desta, saímos da pré-história. Por isso, é essencial o professor de História realizar esse tipo de abordagem para que o estudo tenha mais clareza, facilitando a assimilação dos fatos mais marcantes, muitos cobrados em provas de várias naturezas.

Assista à vídeo-apresentação:




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Como iniciar História no primeiro dia do ano letivo - 2ª Parte


A interdisciplinaridade da História com as demais disciplinas enriquece a aprendizagem e também contribui para a elaboração de projetos. Além disso, a abordagem com o cotidiano conscientiza o estudante a compreender as razões da disciplina fazer parte do currículo escolar.

A relação da História com a Arte, por exemplo, auxilia na produção de filmes épicos, teatros, novelas de época, todos no ramo das artes cinematográficas. Assistir a uma minissérie sobre escravidão no Brasil, por exemplo, facilita o ensino desse assunto pertencente à História do Brasil.

A migração de antepassados humanos pré-históricos para a Europa é consequência da Era Glacial, conteúdo muito abordado na Evolução Humana que faz parte da Biologia.

Assista ao vídeo e siga a sugestão:


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Como iniciar História no primeiro dia do ano letivo - 1ª Parte


A dica serve para todos os níveis de profissional de ensino (básico, fundamental, médio e superior). 

Não existe fórmula mágica para fazer todos os estudantes brasileiros gostarem de História, apesar dessa disciplina ser de grande importância, pois, graças a ela, surgiram as demais atividades profissionais através de documentos, utensílios, obras literárias, pinturas e objetos artesanais. 

Se não fosse o ofício do historiador, não seria possível, por exemplo, a prática da engenharia na construção de habitações, veículos de transporte particular e público, invenções tecnológicas cada vez mais avançadas, até mesmo não teria havido a concretização do ingresso do homem à Lua. Antigos egípcios, antes de Cristo, utilizavam métodos muito simples para a medida de áreas de terreno com conhecimentos básicos de ponto, reta e plano na Geometria, elaboraram fórmulas matemáticas e, assim, temos posse hoje de várias equações na utilização em outras disciplinas - Física e Química.

A introdução motivacional é a ferramenta que pode resgatar a qualidade de ensino, não somente de História, assim como das demais disciplinas. Essa metodologia consiste na abordagem de questões motivacionais, na utilização de notícias de jornais e revistas que contêm assuntos ligados a conteúdos escolares, na apresentação de documentários através de recurso audiovisual e em experimentos práticos de laboratório.

A primeira parte da apresentação aborda perguntas do tipo "Por que estudar História?", Para que serve a História no meu dia a dia?", "Quais áreas de atuação profissional?" e "Por que ela faz parte do currículo escolar?".

As perguntas acima são exemplos de questões motivacionais para que o estudante tenha consciência de que não se aprende História à toa e que tudo tem a ver com nossa vida diária.

Assista, portanto, a primeira parte da apresentação:



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Geografia

Para quem leciona Geografia, eis a lista abaixo dos assuntos já publicados:

1 - Como se inicia a primeira aula de Geografia:
http://espadoca.blogspot.com.br/2017/02/como-iniciar-geografia-no-primeiro-dia.html
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Como iniciar Geografia no primeiro dia do ano letivo


Muitos docentes em início de carreira e os de longos anos de atividade em sala de aula possuem dificuldades em se adaptar a inovações metodológicas, mantendo-se presos a métodos ultrapassados.

Como a Geografia faz parte das ciências não-exatas, a disciplina sofre transformações quanto à forma de transmissão de conteúdos e abordagem cada vez mais cotidiana, pois suas categorias fundamentais são também dinâmicas: paisagem, lugar, região, território e espaço geográfico.

Com a videoaula, o professor poderá se basear nas dicas de como se inicia a primeira aula de Geografia no primeiro dia do ano letivo, através de bate-papo informal, e é válido para os níveis fundamental, médio e universitário. 

A intenção é conscientizar o aluno da importância do estudo da disciplina que é fazê-lo pensar que os assuntos têm ligação com o seu dia a dia: Para que serve a Geografia? Por que devo aprendê-la? O que ela vai ser útil na minha vida profissional?

Para se ter uma ideia, se não fosse a Geografia, os mapas não existiriam e são muito úteis nos sistemas de navegação por terra, mar e ar. 

Praticar a Geografia é aventurar-se pelas dinâmicas espaciais, conhecendo os fenômenos terrestres, suas lógicas e suas inter-relações. 

Graças à Geografia, foi possível a criação de agências de turismo, a invenção do GPS, a formação de cidades, municípios e bairros, registrar áreas de difícil acesso com o objetivo de resgatar viajantes perdidos, etc.




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Como iniciar Química no primeiro dia do ano letivo


Muitos professores, principalmente os iniciantes na vida profissional de ensino, ficam perdidos na hora de selecionar quais conteúdos podem ser abordados no primeiro dia do ano letivo, como um bate papo informal.

Presos a métodos ultrapassados, por não saberem abordar a Química no cotidiano, alguns professores não conseguem transmitir ao estudante a importância que a disciplina apresenta e que pode salvar vidas.

Quando entramos em um grande supermercado podemos observar a imensa variedade de produtos à venda. A maioria deles, senão todos, provém de indústrias químicas ou, então, entrou em contato durante sua fabricação com produtos delas provenientes (por exemplo, sabões, detergentes, cremes dentais, cosméticos, plásticos, borracha, metais, papel, colas, tintas, álcool, sal, açúcar, vinagre, aditivos alimentares, fibras têxteis etc.)

Apesar de toda a importância desta ciência e de suas aplicações, há muita confusão no que diz respeito à palavra QUÍMICA. É comum ser usada impropriamente como sinônimo de substâncias tóxicas, veneno ou poluição.

Por exemplo, para a população em geral, uma expressão do tipo PÃO SEM QUÍMICA transmite a ideia de um pão isento de substâncias prejudiciais à saúde. Tentando transmitir a ideia desejada, essa expressão é, além de infeliz, totalmente incorreta, porque a produção do pão utiliza como matéria-prima a farinha de trigo, que sofre uma reação química (chamada de fermentação). Mesmo sem saber Química, o padeiro executa, todos os dias, esta reação.

Com a sugestão acima e a videoaula abaixo, o professor de Química pode ter mais segurança e tranquilidade no seu primeiro dia de apresentação. Os alunos entenderão melhor sem ter falsa impressão de a química ser uma disciplina inútil no cotidiano.


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Como iniciar Matemática no primeiro dia do ano letivo


A sugestão serve para os ensinos fundamental, médio e universitário.

A Matemática está presente em inúmeros setores profissionais. Tudo que está ao nosso redor tem toques numéricos: desde a criança que aprende a ler as horas, já possui noção de dinheiro a partir dos 5 anos geralmente, até o jovem adulto universitário que revisa a maioria dos conteúdos quando não recebeu ensino qualificado durante as fases fundamental e média.

Graças à Matemática, outras áreas das ciências exatas - Física, Química - puderam se desenvolver.

Na Língua Portuguesa, existe a classe gramatical Numeral em que se aprende a escrever, por extenso, os números cuja aplicação é no preenchimento de cheques, apesar de serem atualmente tão pouco usados como alternativa de pagamento. Por outro lado, o numeral está presente em documentos de cartório. Portanto, existe interdisciplinaridade entre a Matemática e a Língua Portuguesa também.

Muitos não sabem, mas a Matemática é peça importante também para o desenvolvimento do raciocínio e, sua prática constante, fortifica a conexão entre os neurônios. Por isso, não há desculpa para não querer aprender o mundo dos números, tão desvalorizado por países que não investem seriamente na educação escolar, além de grande parte da população ter culpa nesse massacre à disciplina.




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