Vamos inovar os métodos de ensino para despertar o interesse dos alunos

Professores novatos e os de longa estrada encontrarão preciosas dicas de ensino para melhorar a qualidade de suas aulas e a participação dos alunos, transformando-os em questionadores e formadores de opinião.

O objetivo é trocar experiências, conteúdos, críticas e sugestões, de modo que os profissionais de ensino fiquem por dentro de como se inicia uma aula incentivadora, sem dar espaço a métodos ultrapassados

Aprender por aprender e não somente aprender por causa de avaliação.
A informação é a melhor arma que enriquece o conhecimento
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Como iniciar uma aula no primeiro dia do ano letivo

A dica serve para os níveis fundamental, médio e universitário. Os professores de Ciências do ensino fundamental podem se apoiar nas sugestões de Biologia, Física e Química, integrantes do ensino médio.

Grande parte dos professores universitários, que inicia aula em turmas de alunos recém aprovados no vestibular, portanto ingressados no primeiro período, revisa alguns conteúdos de ensino médio, porque servirão de base para o aprofundamento em capítulos de nível superior. Por isso, é essencial um bate papo apenas informal no primeiro dia do ano letivo, apresentando a metodologia de ensino.



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Como iniciar aula de Língua Portuguesa no primeiro dia do ano letivo


A Língua Portuguesa deve estar em todos os setores profissionais. Jamais o aluno pode criar desculpas para não querer aprender. A falta de leitura e escrita correta é decorrente de falhas do ensino básico e da ausência de incentivo da família.


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Como iniciar aula de Física no primeiro dia do ano letivo


Por que aprender Física na escola? Qual a importância da disciplina para a vida cotidiana?

Essas, dentre outras questões, estão constantemente na ponta da língua do estudante que mal sabe as razões de se aprender Física na escola.

Graças à disciplina, muitos benefícios surgiram para fazer parte do nosso dia a dia: celular, computador, entendimento de mecanismos biofísicos no interior dos seres vivos, a glória da exploração espacial, elaboração de dicas de trânsito para a prevenção de acidentes.

Avanços da medicina foram possíveis com o estudo cada vez mais desenvolvido da Física.


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Matemática


Para quem leciona Matemática, eis a lista abaixo dos assuntos já publicados:

1 - Como se inicia a primeira aula de matemática para o ensino médio e universidade. Assunto: Extração de raiz quadrada imperfeita (http://espadoca.blogspot.com.br/2016/10/como-se-inicia-uma-aula-de-matematica.html)







6 - Cultivar a base para reforçar o desempenho com os números

7 - Como iniciar aula de Logaritmo - parte 1


8 - Como iniciar aula de Logaritmo - parte 2


9 - Como iniciar aula de Função Modular


10 - Como iniciar aula de FUNÇÕES


11 - Como iniciar aula de regra de 3 simples

12 - O NÚMERO MÁGICO DE TRÊS ALGARISMOS

13 - Como iniciar aula de RAIZ QUADRADA com uso da interdisciplinaridade entre Matemática e História: Os Sumerianos e a Raiz Quadrada



14 - Como iniciar aula sobre FRAÇÕES


15 - Como iniciar aula de Triângulos Semelhantes


16 - Como iniciar aula de Probabilidade 


17 - Como iniciar aula de exponenciação e potenciação 


18 - Como iniciar aula sobre Geometria Espacial


19 - Extração de raiz quadrada imperfeita


20 - Como iniciar aula de Geometria Espacial com o Sol e a Terra


21 - Como iniciar aula sobre Análise Combinatória


22 - O que é o Método Singapura


23 - O que significa ter base escolar? Episódio 9: Exercícios propostos não são desafios


24 - Uso do volume da esfera no cálculo da quantidade de Luas dentro da Terra (como iniciar aula sobre Geometria Espacial)


25 - O que significa ter base escolar? Episódio 10: Subtração de valores de tempo


26 - O que significa ter base escolar? Episódio 11: Uso de soma e subtração

27 - Projeto QUAL É A SUA DÚVIDA? Estudo do sinal da função do primeiro grau



28 - Como iniciar Análise Combinatória

PARTE 1:



PARTE 2:


29 - Como iniciar Radical Duplo


30 - Como iniciar Potenciação e Exponenciação

31 - Como iniciar Pitágoras

32 - Como iniciar as propriedades maiorais da matemática

33 - Fatorial X Primorial

34 - Eu quero ter base forte em MATEMÁTICA - Parte 1

35 - Eu quero ter base forte em MATEMÁTICA - Partes 2, 3 e 4


36 - Eu quero ter base forte em MATEMÁTICA - Partes 5, 6 e 7


37 - Eu quero ter base forte em MATEMÁTICA - Parte 8

38 - Eu quero ter base forte em MATEMÁTICA - Parte 9

39 - Eu quero ter base forte em MATEMÁTICA - Parte 10

40 - Eu quero ter base forte em MATEMÁTICA - Parte 11

41 - Eu quero ter base forte em MATEMÁTICA - Parte 12
Subparte 12/1:

Subparte 12/2:

42 - Eu quero ter base forte em MATEMÁTICA - Parte 13: questões simples

43 - Eu quero ter base forte em MATEMÁTICA - Parte 14: questões complexas

44 - Eu quero ter base forte em MATEMÁTICA - Parte 15





Subparte 16/3


Subparte 16/4


Subparte 16/5


Subparte 16/6


46 - Eu quero ter base forte em MATEMÁTICA - Parte 17

47 - Eu quero ter base forte em MATEMÁTICA - Parte 18

48 - Eu quero ter base forte em MATEMÁTICA - Parte 19

49 - Eu quero ter base forte em MATEMÁTICA - Parte 20

50 - Como ter base forte em MATEMÁTICA - Parte 21: Problema de Conjuntos

51 - Como ter base forte em MATEMÁTICA - Parte 22: Problemas Fracionários - Da parte para o total

52 - Como ter base forte em MATEMÁTICA - Parte 23: Problemas Fracionários - Do total para a parte: Especial TORNEIRAS

53 - Como ter base forte em MATEMÁTICA - Parte 24: 2 tipos básicos de problemas fracionários

54 - Como ter base forte em MATEMÁTICA - Parte 25: Introdução à Porcentagem

55 - Como ter base forte em MATEMÁTICA - Parte 26: Porcentagem - Problemas básicos

56 - Como ter base forte em MATEMÁTICA - Parte 27: Porcentagem - Problemas Complexos

57 - Como ter base forte em MATEMÁTICA - Parte 28/1: Introdução à Potenciação e Radiciação

58 - Como ter base forte em MATEMÁTICA - Parte 28/2: Radiciação

59 - Como ter base forte em MATEMÁTICA - Parte 28/3: Raiz quadrada imperfeita 

60 - Como ter base forte em MATEMÁTICA - Parte 28/4: Problemas de grau simples sobre potenciação

61 - Como ter base forte em MATEMÁTICA - Parte 28/5: Problemas de grau complexo sobre
radiciação

62 - Como ter base forte em MATEMÁTICA - Parte 28/6: Problemas de grau complexo sobre
potenciação

63 - Como ter base forte em MATEMÁTICA - QUESTÃO POLÊMICA DO ENEM 2025 - PARTE 1:

64 - Como ter base forte em MATEMÁTICA - QUESTÃO POLÊMICA DO ENEM 2025 - PARTE 2:


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Extração de raiz quadrada imperfeita - Iniciar a primeira aula de matemática para o ensino médio e universidade

A extração de raiz quadrada imperfeita é novidade para alunos do ensino fundamental. Por isso, essa videoaula sugestiva é uma revisão como primeira aula do ano letivo somente para o ensino médio e universidade. Em relação ao fundamental, o ideal é elaborar uma outra introdução mais apropriada.

Inúmeras desculpas não faltam para causarem desinteresse na aprendizagem, principalmente em disciplinas na área de ciências exatas (Matemática, Física e Química) em que o estudante precisa lidar com princípios e fórmulas e que, para isso, é necessário treino constante em variados problemas numéricos, dos mais simples aos mais complexos, com a finalidade de desenvolver o raciocínio.

Aqui no Brasil, por mais que haja esforços de especialistas na área da educação, não há um interesse transparente de promover reais melhorias na qualidade do ensino. Palestras e mais palestras são frequentes para que soluções sejam encontradas. As leis educacionais sofrem mudanças periodicamente, mas o resultado talvez de grande eficácia (se é que exista) insiste em não sair do abismo.

A questão nunca se cala: O que fazer para despertar o interesse do aluno que teima em achar que a matemática é um tal bicho-de-sete-cabeças? Esse ser mitológico, na mente dos que inventam desculpas sem sentido para não querer aprender, vai sempre se hospedar no mundo dos números.

Qual a solução? A resposta está na introdução motivacional. Embora não seja considerada a melhor fórmula mágica, esse tipo de iniciativa pode ser uma das saídas para chamar mais a atenção do estudante, seja de escola seja de universidade.

Sem mais delongas, vamos assistir ao vídeo?


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História


Para quem leciona História, eis a lista abaixo dos assuntos já publicados:

1 - Como se inicia a primeira aula de História (apresentação em texto)
(http://espadoca.blogspot.com.br/2016/05/como-iniciar-primeira-aula-de-historia.html)

2 - Como se inicia História no primeiro dia do ano letivo - 1ª Parte (em videoaula)
(http://espadoca.blogspot.com.br/2017/02/como-iniciar-historia-no-primeiro-dia.html)

3 - Como se inicia História no primeiro dia do ano letivo - 2ª Parte (em videoaula)
(http://espadoca.blogspot.com.br/2017/03/como-iniciar-historia-no-primeiro-dia.html)

4 - Como se inicia História no primeiro dia do ano letivo - 3ª Parte (em videoaula)
(http://espadoca.blogspot.com.br/2017/03/como-iniciar-historia-no-primeiro-dia_3.html)

5 - Como se inicia História no primeiro dia do ano letivo - 4ª e última parte (em videoaula)
(http://espadoca.blogspot.com.br/2017/05/como-iniciar-historia-no-primeiro-dia.html)

6 - Como se inicia aula sobre A Segunda Guerra Mundial

7 - Como se inicia aula sobre A Primeira Guerra Mundial
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Como iniciar a primeira aula de História (apresentação em texto)

Muitos professores em início de carreira ou aqueles aprovados concurso público, mesmo atuantes em muitos anos em escolas particulares, por exemplo, possuem um pouco de dificuldade sobre qual assunto introduzir no primeiro dia do ano letivo, ou quando pegam turmas no meio do ano, após o recesso do primeiro semestre.

Por falta de orientação adequada, de estímulo ou de ânimo, a maioria não tem ideia de como dar o primeiro passo e já começa distribuindo matéria no quadro. Esse comportamento tão comum na vida do profissional de ensino pode causar tédio nos alunos que podem julgar as aulas de História como desnecessárias à vida fora do ambiente escolar.

Aqui no Brasil existe uma cultura distorcida em que um estudante que almeja ser engenheiro, por exemplo, não associa a História como prioridade na sua carreira, e sim atribuída a Ciências Exatas - Matemática, Física, Química e noções de Estatística. Para desmitificar isso, é importante mostrar ao aluno de ensino fundamental e médio as razões do conhecimento de fatos passados e seus personagens marcantes, desde o descobrimento do Brasil até a época atual, inclusive de outros países.

Se hoje um fato está ocorrendo é consequência de algo há 10 anos que contribuiu no surgimento desse acontecimento. O exemplo marcante é a corrupção que machuca tanto o cidadão diariamente, e que resulta de práticas ilícitas de governos anteriores. Se atualmente um estado, município e país possuem endividamentos, quais foram as causas que levaram a isso?

Muitos que concluem a vida escolar não aprenderam de forma eficaz o que é um país comunista, capitalista, democrático, além dos termos "fascismo", "nacionalismo", "nazismo" e demais outros.

Devemos frisar que não se deve estudar História apenas para passar de ano ou para prestar algum exame de ingresso à universidade. O conhecimento serve para entender como um fato levou a outro fato.

A graça maior é estar por dentro da disciplina com o intuito de adquirir poder de argumentação na hora de conversar com as pessoas sobre os rumos que um determinado país segue, ou seja, ter conhecimentos básicos de política e economia, não necessariamente para chegar a ser um grande especialista, apesar de ser super importante tornar-se um bom conhecedor de fatos que marcam a história do Brasil e do mundo.

É também fundamental a ampla leitura de jornais, revistas e livros atualizados, pois esta é a única forma de desenvolver o pensamento. Vamos imaginar você andando na rua e do nada um repórter o aborda com perguntas sobre política, por exemplo, para testar conhecimentos gerais do cidadão. Como a pesquisa de rua trabalha mais com atualidades, a leitura em textos e assistir telejornais é a salvação

No entanto, o programa da disciplina é imenso e nem sempre assimilamos grande parte do conteúdo.

A primeira sugestão, pra começar, é debater com as turmas a situação acima e apresentar outras com uso e abuso de boa criatividade.

O professor entra na sala, dá bom dia, boa tarde ou boa noite, faz as apresentações e pode introduzir a disciplina de maneira motivacional através das questões sugestivas abaixo:

1) Qual o verdadeiro motivo de se estudar História na escola?
2) O que vai influenciar na vida do cidadão?
3) Por que muitos não se interessam pelos acontecimentos sócio-histórico-econômico-culturais de uma nação?
4) Por que saber a história do Brasil? Quando se iniciou e como se divide? Quem são os personagens?
5) Do que se trata a História Geral?

Antes de responder as questões, tenha em mãos uma manchete jornalística, mostre à turma e comente o assunto publicado. Existem edições antigas que podem ser imprimidas. Por exemplo, uma página falando da Primeira Guerra Mundial, como mostrada abaixo.


Em seguida, dizer aos alunos que, anualmente, alguns jornais e revistas abordam textos históricos como homenagem à data do acontecimento de certo fato marcante.

O grande problema é convencer os alunos do porquê saber sobre a Primeira Guerra Mundial e qual a relação dela com o Brasil.

Comentar que a Primeira Guerra Mundial foi o motivo de ingresso de muitos imigrantes que atracaram aqui no Brasil na primeira década do século XX. Para se aprofundar nesse conhecimento, sugiro ao professor que se baseie no vídeo abaixo e vai ajudar muito o aluno nessa jornada do primeiro dia da aula. Ele mostra a entrevista de muitos imigrantes vindos de todas as partes do mundo. Ficaria mais interessante a aula se o professor utilizar data show e, assim, o interesse do aluno tende a aumentar. A apresentação prática faz toda diferença.

Após o debate, responder as questões e dizer que pouco a pouco serão em aulas futuras.

Respostas;

1) Além de ser importante por si só, a História também ajuda a entender melhor Literatura, Geografia, Sociologia, Filosofia, Artes etc. Estudar História não se resume a decorar datas e nomes. Na verdade, isso é só uma pequena parte do conhecimento que essa matéria pode oferecer. Mais importante do que saber quando foi o descobrimento do Brasil, é conseguir relacionar os fatos e perceber que as transformações de uma sociedade não são naturais ou espontâneas, mas determinadas por uma série de fatores anteriores. 
Sempre que tentamos entender por que alguma coisa aconteceu, seja a Inconfidência Mineira ou uma nota baixa na escola, estamos empregando o pensamento histórico, isto é, a busca pelos fatores que originaram esses acontecimentos. "A história não é o estudo do passado pelo passado, é necessário ir ao passado para a compreensão de todos os questionamentos do tempo presente", explica o historiador Tiago Menta. (Fonte: http://educarparacrescer.abril.com.br/aprendizagem/como-fazer-seu-filho-gostar-historia-641200.shtml)

2) Enquanto algumas lições precisam ser aprendidas na pele, existem outras que podemos dispensar a experiência, como a resolução de conflitos por meio de guerras. "Sem a História toda a humanidade desconhece seus êxitos, fracassos, conquistas e está sujeita a cometer um mesmo equívoco novamente", ressalta o professor da disciplina Marcus Vinícius Leite. 
Esse raciocínio capaz de entender o que existe por trás dos fatos, explicam os professores, forma também um cidadão melhor. "Não é possível conciliar cidadania com ausência de conhecimentos históricos, noções de tempo-espaço, noções de fenômenos processuais (a história como processo humano, social, cultural e político)", explica Tiago Menta. E esse conhecimento é constantemente exigido pela sociedade, seja no momento de votar ou de posicionar-se diante de algum conflito social, como o racismo. (Fonte: http://educarparacrescer.abril.com.br/aprendizagem/como-fazer-seu-filho-gostar-historia-641200.shtml)

3) Para Cícero, orador romano, a história é magistral vitae, que significa “A mestra da vida”, e com essa expressão, ele queria dizer que com os exemplos do passado, tanto sucessos e grandes feitos quanto tragédias e sofrimentos poderiam servir de lição para a orientação no tempo presente e dos problemas vivenciados.
Ele, no entanto, vivia em um tempo em que a sociedade não era afetada com os artefatos tecnológicos, poluição e problemas psicológicos, assim como muitos outros. A nossa geração não valoriza os exemplos do passado, por isso, a utilidade da história não é mais vista dessa forma.
(Fonte: http://www.estudokids.com.br/a-importancia-de-se-estudar-historia/)

4) Conhecer a história do Brasil e de seu povo é fundamental para entender como se deu a formação de nosso país e aprender por que somos o que somos hoje. 
Iniciou-se há mais de 500 anos, desde a chegada dos primeiros portugueses até os dias atuais.
Em ordem cronológica, a divisão é: Brasil Pré-Colonial, Colonial, Imperial e Republicano.
Os personagens são aqueles que, com suas ações e decisões, buscaram modificar, em maior ou menor grau, a realidade em que viviam e, muitos deles, até transformaram os rumos de uma época.

5) Não somente sobre o Brasil, mas também a História Geral que aborda assuntos muito cobrados em provas - Primeira e Segunda Guerra Mundial, Revolução Industrial e Francesa, Idade Moderna (Renascimento, Reforma Religiosa, Mercantilismo), Crise de 1929, Fatos do Mundo Real (Guerra do Vietnã, Crise do Oriente Médio, O Mundo Socialista).
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