Vamos inovar os métodos de ensino para despertar o interesse dos alunos

Professores novatos e os de longa estrada encontrarão preciosas dicas de ensino para melhorar a qualidade de suas aulas e a participação dos alunos, transformando-os em questionadores e formadores de opinião.

O objetivo é trocar experiências, conteúdos, críticas e sugestões, de modo que os profissionais de ensino fiquem por dentro de como se inicia uma aula incentivadora, sem dar espaço a métodos ultrapassados

Aprender por aprender e não somente aprender por causa de avaliação.
A informação é a melhor arma que enriquece o conhecimento
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Aprendendo a elaborar uma aula de qualidade



Olá, professores, tudo bem?

Por mais que se prepare uma aula, nem sempre o resultado será o esperado. E por quê? Dependerá de como a aula foi preparada e desenvolvida. A dificuldade não está na execução da aula em si, mas na introdução antes do desenvolvimento.

A aula sobre sujeito e predicado, por exemplo, é executada através da explicação da diferença entre sujeito e predicado. Por que é importante aprendâ-la? Os estudantes copiam do quadro algumas representações de reações químicas enquanto o professor explica. O assunto de movimento uniforme é explicado aos quatro ventos e a turma é obrigada a memorizar as fórmulas e fazer os exercícios. Para quê? E assim vai sucessivamente. O professor de inglês entope a cabeça do aluno de regras gramaticais e diz que ele precisa estudá-las porque será cobrada na prova.

Algumas dessas cenas acima são cada vez mais comuns na maioria das salas de aula quando se iniciou a desvalorização do ensino feita por personagens que se julgam entendedores de educação com questionáveis mudanças pedagógicas.

Onde estava a motivação em cada uma dessas aulas? Os professores utilizaram algum método adequado para estimular o interesse das turmas? Adianta ser mestre de conteúdo se não souber associar a teoria com a  prática?

São comuns vários questionamentos feitos pelo professor, principalmente na véspera da aula:
1) "Não sei como vou preparar uma aula sobre análise sintática"
2) "Como posso fazer o aluno se interessar pela aula de cinemática?"
3) "A aula de reação de dupla troca será difícil para a turma?"
4) "De que maneira posso fazer os alunos assimilarem a regra de question tag"?

VAMOS ENTÃO À DICA? 

Nessa orientação, será utilizado o exemplo de aula sobre expressões algébricas na matemática. A dica abaixo serve para as demais disciplinas.

a) Nunce inicie diretamente um assunto sem antes apresentar algum motivo para a existência dele na vida prática. A introdução é exatamente a apresentação desse motivo. É a questão de motivação.

Um exemplo de erro grave:
O professor de matemática entra na sala de aula, pede à turma para abrir os cadernos e diz:
- "Pessoal, anotem aí: expressões algébricas!"

Os alunos perguntam: "Por que preciso aprender expressões algébricas?"

Darei um exemplo de aula direta sobre expressão algébrica e quase certamente a maioria vai achar a aula tediosa:

Uma expressão algébrica é usada para representar uma constate, uma variável ou uma combinação de variáveis e constantes relacionadas por um número finito de operações (adição, subtração, multiplicação, divisão, radiciação, potenciação). Exemplos de expressões algébricas são:


3x2y2             

Uma expressão algébrica envolvendo somente potências não-negativas de uma ou mais variáveis e não contendo variáveis no denominador, é chamada polinômio.
Por exemplo:
2x         x23x+1          

ALGUÉM ENTENDEU ALGUMA COISA?

Uma boa alternativa é pesquisar algo relacionado ao assunto (no caso, expressões algébricas). Mas como fazer isso? Como introduzir um assunto que tenha a ver com a vida cotidiana do estudante?

Por isso, na introdução de um assunto, tenha em mãos um bom livro, revista, jornal, um site de compartilhamento de vídeos (youtube) ou textos na internet.

b) De posse desses recursos, planejaremos a introdução. O professor precisa ter em mente que uma boa introdução é que vai atrair a atenção do estudante.

c) Caso não sejam encontradas boas introduções em livro, revista e jornal, optemos por textos e vídeos na internet.

d) Se você deseja que sua aula sobre expressões algébricas tenha algum significado na vida de todos, pesquise alguns textos ou vídeos que contenham várias razões de se aprender expressões algébricas.

Para esclarecer o entendimento da importância da introdução, pesquisei e colei aqui o trecho abaixo:

"Os livros didáticos habitualmente usados em nossas aulas trazem muitos símbolos matemáticos. O excesso de simbologia, freqüentemente, cria dificuldades desnecessárias para o aluno, chegando mesmo a impedir que ele compreenda a idéia representada pelo símbolo.

A linguagem matemática desenvolveu-se para facilitar a comunicação do conhecimento matemático entre as pessoas. Entretanto, quando abusamos do uso de símbolos e não nos preocupamos em trabalhar a compreensão dos mesmos, clareando o seu significado, conseguimos o efeito contrário: dificultamos o processo de aprendizagem da matemática.
No cotidiano, muitas vezes usamos expressões sem perceber que as mesmas representam expressões algébricas ou numéricas.
Numa papelaria, quando calculamos o preço de um caderno somado ao preço de duas canetas, usamos expressões como 1x+2y, onde x representa o preço do caderno e y o preço de cada caneta.


Num colégio, ao comprar um lanche, somamos o preço de um refrigerante com o preço de um salgado, usando expressões do tipo 1x+1y onde x representa o preço do salgado e y o preço do refrigerante.


Usamos a subtração para saber o valor do troco. Por exemplo, se V é o valor total de dinheiro disponível e T é o valor do troco, então temos uma expressão algébrica do tipo V-(1x+1y)=T.


Não há dúvida de que a linguaguem algébrica (o uso de letras para representar números), simplifica a comunicação, por seu caráter universal, preciso e econômico. Você já imaginou um livro de matemática todo escrito por extenso, sem o uso de símbolos matemáticos? Sem dúvida ele teria muito mais páginas do que os livros usuais."

e) De posse desse trecho acima, o professor pode reconstrui-lo de modo que se ajuste da melhor forma possível para que a turma compreenda a introdução.

Observação:
O que eu fiz foi apenas um dos caminhos alternativos para mostrar à turma como se dá uma aula de qualidade.
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Como incentivar o ensino do idioma inglês


Olá a todos os professores de inglês que procuram inovações no ensino. Antes de ler essa terceira dica, volte, caso necessário, à leitura das duas primeiras dicas anteriores encontradas no link http://espadoca.blogspot.com.br/2011/04/ingles.html

Toda vez que escrevo uma postagem nova, sempre antes enfatizo que o objetivo do blog ESPAÇO DOCENTE APRENDIZ é ajudar os professores a ter dicas como alternativas que atraem a atenção dos estudantes.

No primeiro dia de aula, o docente sente uma certa dificuldade de incentivar a turma; por isso, sem mais opções, sai logo atacando o assunto no quadro e, consequentemente, os alunos questionam "Por que e pra que tenho de aprender inglês?" É a tal velha desculpa esfarrapada, através dessa questão, chegando constantemente aos ouvidos de quem ensina.

Quando não se ensina, desde berço, os valores da verdadeira aprendizagem, mais e mais estudantes sempre irão pensar que os assuntos escolares não fazem sentido nas suas vidas.

Vamos, então, a mais essa dica?

Entrar na sala e cumprimentar a turma, todos os professores fazem isso normalmente; e por ser também uma questão de educação, correto? Mas... e em seguida? O que dizer?

1) Diga à turma que vamos aprender um idioma que é imprescindível na comunicação global: a Língua Inglesa. Da mesma forma que se aprende a Língua Portuguesa, o idioma inglês exige também prática através da leitura, da escrita, da audição e da pronúncia. Com esses fatores, haverá evolução, passo a passo, no vocabulário, na gramática, na redação e na conversação. Brinque com eles, perguntando "Estão prontos para começar?" Ou como dizemos em inglês: "Are you ready to start?" (Escreva no quadro para que eles entendam)

2) Dê continuidade à introdução, dizendo que o inglês faz, há muito tempo, parte na nossa vida cotidiana através de termos em inglês que foram incorporados pela língua portuguesa e até hoje são escritos no idioma  original: show, best-seller, software, short. Alguns foram aportuguesados: futebol (football), computador (computer), filme (film).

3) Você, professor, talvez irá perceber sinais de interesse de alguns alunos. Diga a eles que vamos aprender a fazer saudações em inglês, que é um dos primeiros passos para se começar a ter familiaridade com o idioma. Escreva no quadro MEETING PEOPLE (encontrando pessoas), que dá a ideia de se aproximar das pessoas para um cumprimento.

4) Embora a saudação seja a base de qualquer conversa, falar com um amigo não é o mesmo que com um desconhecido. A saudação em inglês pode ser feita com expressões formais ou informais, conforme o nível de relação com o interlocutor. A seguir, vamos aprender as mais comuns.

5) Antes de citar as mais comuns, pergunte aos alunos se eles conhecem algumas expressões de cumprimento em inglês. Caso alguns souberem, escreva no quadro as sugestões deles.

6) Depois, faça uma divisão entre FORMAL e INFORMAL.

FORMAL:
Good morning! (Bom dia!)
Good evening! (Boa noite!)
How do you do? (Como está?)
Pleased to meet you. (É um prazer conhecê-lo)

INFORMAL:
Morning! (Bom dia!)
How are you? (Como está?)
Nice to see you. (Prazer em conhecê-lo)
How are you doing? (Como vai?)
I´ll see you later! (Até logo!)

OBSERVE: 
Hello! é a forma mais habitual de cumprimentar e iniciar uma conversa. Também pode ser usado Hi!, que é a mais informal. Ao se despedir, diga Goodbye ou, se for íntimo, Bye-bye.

Agora, professor, procure outros diversos exemplos de cumprimentos e apresentações formais e informais para dar prosseguimento ao assunto saudações.

7) Agora, professor, apresente à turma as 3 perguntas-chave que sempre estão associadas às saudações:

7.a) What is your name? - Esta pergunta permite conhecer o nome da pessoa com quem está conversando. Para responder, há 2 opções:
7.a.1) My name is + nome.
7.a.2) I am + nome.
Exemplos: My name is Peter Brown ou I am Peter Brown.

7.b) Where are you from? - Use esta pergunta para conhecer a procedência/origem de seu interlocutor. Nesse caso, também existem 2 formas de resposta:
7.b.1) I am from + país de origem do interlocutor.
7.b.2) I am + nacionalidade.
Exemplos: I am from Brazil ou I am Brazilian.

7.c) How old are you? - Para falar sua idade, empregue o verbo To be (Ser/Estar), seguido ou não de years old.
Exemplos: I am 45 years old ou I am 45.

Observação: 
Um erro frequente é dizer simplesmente I am 45 years (sem old)

8) Para a aplicação, apresente aos alunos esse diálogo abaixo, afim de que eles assimilem o assunto, destacando as saudações que foram apresentadas:

MR. BROWN MEETS A FRIEND

Mr. Brown: Hi, Louise. How are you?
Louise: Fine, thanks, Peter. And you?
Mr. Brown: Not too bad. Look! Who´s that?
Louise: It´s the new assistant manager. His name´s John Maxwell.
Mr. Brown: Really! Where is he from?
Louise: I think he is from Liverpool. He´s English.
Mr. Brown: Mmm... sorry Louise, but I have to go.
Louise: No problem. I´ll see you later, Peter.
Mr. Brown: Bye-bye.

Professor, a introdução termina aqui e, na próxima postagem, serão abordados os pronomes pessoais do caso reto: I, You, He, She, It, We, You, They. E também os substantivos.
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O professor de hoje e o de ontem


Uma das coisas que aprendi nesses vários anos de magistério para o Ensino Médio é que o conceito de um professor "bom" para os alunos é totalmente diferente de um professor "bom" para a direção
No passado, um "bom" professor era um professor exigente, porém atencioso com a turma. Não faltava, suas aulas eram densas, passava "muita matéria". Pedia bastante tarefas pra casa e trabalhos. Sua aula era séria, porém instigante. Na aula a disciplina era rígida, nada de bonés, fones de ouvido, mp3, mp4 e similares ou conversas fora de hora.
Hoje, dificilmente esse professor seria considerado "bom" para os alunos. Seria tido como "caxias", "ranzinza", "chato". Não ganharia o "diploma" que os professores "nota 10" da escola que a professora que criou o tópico citou
Esse ano mesmo numa enquete aqui na escola os alunos mencionaram que não gostavam da aula de um colega. Sabem qual foi o motivo? "Ele não falta", falaram os alunos.
Hoje, a visão é outra. Professor "bom" não passa muita matéria, deixa entregar trabalho digitado (afinal é mais fácil né?). Falta de vez em quando (até porque ninguém é de ferro). Trabalho fora do prazo? Por que não ? (esse professor é maneiro). Conversar e ficar contando piadas ao invés de dar aulas? (quero fazer esssa matéria com esse professor). Que tal ficar ouvindo músicas na aula (boa a aula desse professor). Ou quem sabe liberar a turma mais cedo?
O professor "do passado" talzez ficasse triste pois não teve o reconhecimento do seu trabalho. Ele ficou sem "diploma professor nota 10". Pior, somente no futuro é que irão reconhecer e até sentir falta da maneira que ele dava aulas, mas aí ele já vai estar aposentado e não vai ter ninguem pra bater palmas pra ele.
Mas mesmo assim acho que ele sairá satisfeito para a aposentadoria. "Combateu o bom combate". Não fez "macaquices" pra agradar aluno afinal fez faculdade pra ministrar aulas e não pra animador de circo. Não recebeu tapinhas nas costas ou bilhetinhos afetuosos, mas deixou aos estudantes valores e conceitos importantes nas suas futuras vidas profissionais. Eu costumo dizer aos meus alunos: "me acham rude? esperem até vocês verem os seus futuros patrões"
Escola não é só pra ensinar Matemática, Biologia, Português...Também é pra ensinar a ser gente. Ensinar a ter responsabilidades, horários, postura...
Mas nem todos os professores que ensinam esses conceitos são muito "populares"
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Sons em inglês



Essa publicação SONS EM INGLÊS corresponde à continuação da postagem COMO INICIAR A PRIMEIRA AULA DE INGLÊS (ver em http://espadoca.blogspot.com/2011/04/introducao-aula-de-ingles.html) sobre as razões da importância do estudo da língua inglesa, seguida da introdução do alfabeto inglês.

Vamos falar das pronúncias básicas, úteis numa conversação. Com vários treinamentos, despertaremos o interesse dos alunos pelo idioma e é fundamental fazer essa complementação antes de o professor iniciar os assuntos discriminados no currículo mínimo, proposto por cada sistema de ensino escolar e também por cada curso de inglês.

De época em época, as maneiras de ensino sofrem transformações, mas existem algumas antigas que ainda são essenciais (é o caso do estudo aprofundado das pronúncias), porém pouquíssimos cursos de idiomas e escolas adotam as apresentações das pronúncias por escrito, talvez pelo pouco tempo de aula e pelas mudanças dos planos de aula.

Acredita-se que a maioria dos professores de idiomas saibam a diferença entre som breve, som longo e o intermediário entre eles. Por isso, não será difícil para os professores de inglês dar continuidade ao método e transmiti-lo aos estudantes e aprendizes.

Devemos destacar que os símbolos fonéticos serão assimilados somente através de muita prática para quem deseja ter forte fluência verbal. A intenção predominante é informar aos alunos da existência dos 2 tipos de sons - breve e longo.

O som longo é visto diante da presença de dois pontos após a vogal (A:, E:, I:, O:, U:)

I - SÍMBOLOS FONÉTICOS COM A

A (breve) .................................. address, another, servant
A: (longo) ................................. past, dark, arm, car
 ............................................... cup, burn, third, work, burst
AE (som intermediário entre A e E) ............................................ man, am, and, can

II - SÍMBOLOS FONÉTICOS COM E

E (breve) ................................... bed, pen, egg, men, fed
E: (longo) .................................. chair, hair, shell, where

III - SÍMBOLOS FONÉTICOS COM I

I (breve) ..................................... ship, it, ticket, king, eat
I: (longo) .................................... me, tree, he, people, dream

IV - SÍMBOLOS FONÉTICOS COM O

Ó (breve) .................................... not, lot, rock, from, cost
O: (longo) ................................... all, small, ball, morning

V - SÍMBOLOS FONÉTICOS COM U

U (breve) .................................... put, full, book, look
U: (longo) ................................... move, noon, blue, choose

VI - COM DITONGOS

AI ................................................ five, life, night, my, hide
AU ............................................... how, count, flower, now
EI ................................................. say, train, baby, plate
................................................. beer, clear, really, dear
IU: ................................................ pure, mute, beauty, few (a presença dos dois pontos indica som longo)
OI ................................................. boy, join, noise, voice
OU ............................................... no, smoke, hotel, those
............................................... sure, poor, your, continuous

VII - CONSOANTES

CH (= TX ou TCH; a pronúncia é feita semelhante quando se diz, por exemplo, a palava ATCHIM no espirro) ....................................... much, lunch, churchu, rich

DJ (= DJ, sendo feita em som de D acrescido de suave som de J) .................. judge, age, language, John
H (= H aspirado, com leve som de R, como ocorre na palavra RIO) .............. his, have, unhappy, happy
J (= J, como na palavra JÂNIO) ................................................................. pleasure, measure, treasure
K ............................................................................................................ cold, clock, king, quite, question
R .............................................................................................................. right, red, rich, room
S (= SS em OSSO) .................................................................................. place, so, cigarette, seat
SH (= X em XAMPU) ............................................................................. ship, short, fish, machine
X (= KS em AXIOMA) ........................................................................... fox, next, excuse, expense
X (= GZ; as 2 letras são pronunciadas disjuntamente) ................................ exact, exult, examine, exist
Z .............................................................................................................. noise, zero, knives, dozen

VIII - PARTICULARIDADES

1) A combinação TH pronuncia-se como um S com a língua entre os dentes ou pondo a ponta da língua entre os dentes, contraindo-a no momento exato de expressar o som DH ou TH.

2) As terminações BLE, CLE, DLE, FLE, GLE, PLE, TLE têm os sons, respectivamente, BÂL e BÔL, CÂLCÔL, DÂL e DÔL, FÂL e FÔL, GÂL e GÔL, PÂL e PÔL, TÂL e TÔL, principalmente, em sílabas finais. 
Exemplos: spectacles, angle, babble, apple, monocle, staple, assemble, rumble, saddle, ripple.

3) CE, CI, SI soam como CH em CHÁ ou X em LIXA, ambos em português. Há, porém, algumas exceções à regra. Têm os mesmos valores as terminações CIOUS (XÂSS), SCIOUS (XÂSS), TIAL (XÂL), TIAN e TION (XÂNN), TIENCE (XÂNS), TIENT (XÂNT), TIOUS (XÂSS).
Exemplos: social, ocean, conscious, gracious, vicious, ancient, explanation.

4) O R tem o som de R português entre vogais, porém mais rolado que o nosso R entre vogais: RARO, PARA, CARO; nunca como RR em MORRO, GARRA.
Exemplos: apparatus, carriage, current (com R ou com RR, a pronúncia é feita como na palavra RARO, conforme vimos anteriormente).

5) O Q seguido de U tem essa vogal o som de U em português, como nas palavras QUADRO, QUANTO, e não é mudo como nas palavras QUERO, QUE, LÍQUIDO.
Exemplos: quality, question, quick, quiet, quite.
Utilizemos a palavra QUESTION para se ter a ideia da pronúncia do U não-mudo: QUESTION (QUÉSXÂNN). Observe que aproveitamos a terminação TION para reforçar o entendimento do item 3 referente à pronúncia XÂNN.

6) O N tem o som bem destacado e não pode ser confundido com o som de M. Logo, ele terá que ser pronunciado no fim dos vocábulos como se existisse um I muito breve depois dele.
Exemplos: golden, broken, pen (goldeni, brokeni, peni)


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Como se inicia a aula de eletrólise

Eletrólise Espadoca, Espaço Docente Aprendiz apresenta Como se inicia uma aula de eletrólise

Um professor de Química, de métodos ultrapassados, inicia a eletrólise com definição, logo a seguir apresenta ilustradamente um experimento clássico sobre a separação dos componentes da água através de eletrodos e finalmente os exercícios que mostram outras aplicações da eletrólise.

Seria interessante se o professor pudesse mostrar ao vivo o experimento, ou usasse vídeos copiados do youtube, por exemplo, convertê-los em DVD ou em windows media player se fosse para salvá-los em pendrive para serem projetados por data show. Basta simplesmente vontade.

Entretanto, antes do uso dos recursos acima, que tal uma introdução motivadora utilizando o metal estanho? Essa opção vai prender a atenção da turma.

Então, professor, siga as etapas:

1) Antes de definir eletrólise, peça a todos que peguem a tabela periódica. Isso irá fazê-los recordar o uso da tabela e criar na mente deles uma ponta de questionamento tipo "Por que o professor quer que façamos isso?".

2) Pergunte a eles o símbolo do elemento estanho e sua localização na tabela. Ou pode ser outra questão: Que elemento está localizado no quinto período do grupo IV-A?

3) Pronto, uma vez iniciada a introdução, vem o comentário:
O estanho, em estado nativo, é raro. O normal é ser encontrado sob a forma de minério. São vários os minérios que contêm estanho. Mas o principal deles é a cassiterita, que nada mais é que dióxido de estanho, associado a uma variável quantidade de impurezas.
Quando o minério é muito impuro, ao fim do processo, obtêm-se, junto ao estanho bruto, resíduos de ferro, cobre, chumbo, bismuto e outras impurezas.
Então, a purificação final é realizada por meio do refino, geralmente feito por eletrólise.

4) Provavelmente a turma estará apta a assimilar eletrólise porque o assunto tem utilidade prática. O reforço do entendimento pode ser feito pelo experimento ou por vídeos em data show que possam mostrar a refinação de estanho pelo processo, ambos já sugeridos nas primeiras linhas da postagem.

5) O professor pode fazer agora a definição e, com o livro adotado, fazer junto com a turma os exercícios.

Quando o professor adota variedades de metodologia de ensino, o estudante percebe essa característica notória do docente.
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Como introduzir uma aula sobre óxidos

óxidos espadoca aulas100

O professor de Química entra na sala, cumprimenta a turma e logo pede que abram o livro na página referente a óxidos.

Ele inicia o assunto com a definição do que vem a ser um óxido:

"Turma, óxido é todo composto formado pela ligação entre um metal ou ametal e o oxigênio. Ou então podemos encontrar o oxigênio associado tanto ao metal quanto ao ametal"

Até aí, tudo bem, a definição foi bem clara, mas em toda aula é sempre a mesma coisa: iniciando-se um assunto com a mesma metodologia - definição seguido de exemplos e finalmente os exercícios.

Dessa forma, todas as aulas ficam entediantes, os alunos se desanimam, ficam sem saber as razões da existência dos óxidos, assim como dos demais assuntos de Química, pois não há incentivo e nem métodos novos para prenderem a atenção da turma.

Vamos mudar isso?

A sugestão que posso dar é o uso de uma motivação que envolva óxidos. Que tal a aplicação do óxido nítrico como exemplo antes de partir para a definição? Quer saber como? Aí vai:

Sabe-se que pacientes com pressão alta, colesterol ruim e diabetes têm deficiência de óxido nítrico (NO) e uma predisposição maior para ter disfunção erétil.
O óxido nítrico é o principal neurotransmissor de um sistema de sinalização intracelular que atua no tecido erétil, levando à ereção peniana.
Exercícios aeróbicos como ciclismo, natação, subir e descer escadas, corridas leve em esteira ou em movimentos realizados 5 vezes por semana, durante pelo menos 30 minutos, parecem favorecer a produção de óxido nítrico e combater os radicais livres, melhorando a disposição erétil.

Outra sugestão é transformar a sala de aula em laboratório, pelo menos no dia da apresentação sobre óxidos:

Material e métodos
• Uma seringa plástica de volume
igual ou superior a 10 mL
• Um pedaço de esponja de aço
para lavar louças
• Um béquer ou copo contendo
água
• Vinagre

O procedimento e os materiais utilizados no experimento são simples, o que
permite a realização pelos próprios alunos sem maiores riscos.

Primeiramente, um pequeno pedaço da esponja deve ser embebido em vinagre
por cerca de um minuto e sacudido para a retirada do excesso de vinagre.

Em seguida, a esponja deve ser introduzida na seringa plástica (não a
deixar próxima à extremidade inferior para que não haja interferência na
medida do volume de água), que rapidamente deve ter a extremidade superior
tapada pelo êmbolo e a inferior mergulhada na água contida no béquer ou
copo, evitando deste modo o contato da esponja com o oxigênio do ar que
não seja aquele de dentro da seringa. Em poucos instantes será observado
um fenômeno realmente belo e interessante, a entrada da água na seringa e
a elevação do seu nível, o que deve cessar em cerca de 20 min.
Será observada uma alteração de coloração devido à reação química.

Uma vez que, após o fim da reação, a esponja tem uma aparência bem diferente daquela da que foi introduzida na seringa, o professor pode começar pedindo que os alunos analisem, discutam e elaborem hipóteses sobre
o que pode ter ocorrido, relacionando sobretudo os resultados observados
com fenômenos do dia-a-dia, como a ferrugem de um portão ou da lataria de
um carro. A partir disto, o professor pode se aproveitar de possíveis
explicações alternativas que os alunos tenham e abordar a visão da Ciência
sobre este fenômeno, introduzindo o tema de óxido-redução. Discussões e
debates sobre as implicações sociais dos fenômenos de corrosão, dentre
elas os gastos da sociedade no reparo ou substituição de materiais
desgastados por processos oxidativos, além dos riscos de acidentes, são
atividades bastante pertinentes para uma abordagem em contexto
socioeconômico.

DEPOIS DESSAS 2 SUGESTÕES, AÍ SIM É QUE PODE SER INICIADA A DEFINIÇÃO DE ÓXIDOS E SUAS PROPRIEDADES ESPECÍFICAS.
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Professor x Aluno

espadoca,professor,aluno

Eis a lista abaixo dos assuntos já publicados a respeito da relação Professor x Aluno:

1 - Protesto contra o mau ensino brasileiro:
http://aulas100.blogspot.com/2011/06/protesto-contra-o-mau-ensino.html

2 - O que o aluno pode fazer quando não entende a aula do professor:
http://aulas100.blogspot.com/2011/11/o-que-o-aluno-pode-fazer-quando-nao.html

3 - O professor de hoje e o de ontem:
http://espadoca.blogspot.com.br/2012/10/o-professor-de-hoje-e-o-de-ontem.html

4 - Por que tenho que aprender isso?
http://aulaplan.blogspot.com.br/2013/01/por-que-tenho-que-aprender-isso.html

5 - A importância do uso da introdução motivacional em qualquer assunto escolar
http://espadoca.blogspot.com/2019/10/a-importancia-da-introducao-motivacional.html
Leia o texto completo
 
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