Vamos inovar os métodos de ensino para despertar o interesse dos alunos

Professores novatos e os de longa estrada encontrarão preciosas dicas de ensino para melhorar a qualidade de suas aulas e a participação dos alunos, transformando-os em questionadores e formadores de opinião.

O objetivo é trocar experiências, conteúdos, críticas e sugestões, de modo que os profissionais de ensino fiquem por dentro de como se inicia uma aula incentivadora, sem dar espaço a métodos ultrapassados

Aprender por aprender e não somente aprender por causa de avaliação.
A informação é a melhor arma que enriquece o conhecimento
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COMO DAR AULA DE BOA QUALIDADE: Introdução Motivacional - O início

O Espaço Docente Aprendiz trabalha com dois elementos: Introdução Motivacional e Interdisciplinaridade.


A vídeo-apresentação da introdução motivacional é dividida em 6 partes e diz o que é e como se usa esse método para a aula ser eficaz e fazer qualquer escola ser a melhor do Brasil.


Na forma convencional, a maioria das aulas se inicia com a teoria, e em seguida usam-se aplicações relacionadas ao conteúdo dado por meio de exercícios mais avançados de estilo concurso e vestibular, exemplos do dia a dia, aplicações nas áreas profissionais.


A metodologia já existe há muito tempo, mas ganhou mais holofotes a partir do início do século 21 devido à evolução dos livros didáticos para o acompanhamento das mudanças de modelos de provas de vestibular no critério de grau de complexidade dos estilos de questões, embora alguns livros nos últimos anos finais do século 20 já apresentavam conteúdos desenvolvidos pela introdução motivacional.


Afinal, o que é a introdução motivacional? E como se usa?


O método consiste em iniciar a aula no sentido inverso ao da modalidade convencional: da prática para a teoria. 


A forma inovadora usa assuntos de jornal, revista, livro, enciclopédia, TV, rádio, vídeos de multimídia e de internet, ruas, comércios, bate-papos presenciais e virtuais. O professor escolhe uma dessas fontes que esteja relacionada adequadamente com o tipo de assunto bimestral.


Para se ter uma ideia, jornal e revista, por exemplo, contêm assuntos que servem como miniaula, predominantemente os de tema de saúde, sociológico e histórico.  


Para saber mais, vamos ao vídeo:



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Como iniciar aula de Artes - parte 4: origem da geometria; os instrumentos de medida; corpo como unidade

A quarta e última parte é sobre a origem da geometria, iniciando-se a ideia de que Artes e Geometria eram disciplinas distintas e, na década de 80, isso era bem evidente. 


Na maioria das escolas, a Geometria era conhecida como aula de desenho, enquanto na Artes as aulas se apoiavam em trabalhos manuais.


Hoje, quando se assiste a Artes, os conteúdos englobam noções geométricas juntamente com os instrumentos de medida. 


O professor de Artes pode mostrar à turma ilustrações de épocas de transição entre a pré-história e a história sobre a origem dos três elementos básicos da geometria - ponto, reta e plano, e a formação do ângulo reto por meio do uso de estacas, conforme são mostradas pelas figuras apresentadas no vídeo.


É interessante na aula de Artes falar do corpo humano como unidade de medida e, a partir disso, foram criados os instrumentos de medida conhecidos e usados na escola.


Imagina a cobrança de impostos ter sido influenciada pelo cálculo da superfície regular com uso da fórmula base x altura. É dessa forma que a aula se torna atrativa porque associa a teoria com aplicação real.


Graças à educação artística, foi possível o surgimento de avanços de métodos geométricos para o cálculo de rotas de navio e de avião feito por radares. E pensar que tudo isso se iniciou com o homem primitivo usando estacas e cordas.


Vamos à videoapresentação:





 

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Como iniciar aula de Artes - parte 3: equivalência com a geometria; interdisciplinaridade com a Biologia

 

A parte 3 trata do ensino de Artes em equivalência com a Geometria sob o ponto de vista histórico.


Nos anos 80, a disciplina Geometria recebia o nome de aula de Desenho. O professor pode falar sobre a população de muitos séculos que aplicava noções geométricas com uso de estacas para delimitar áreas voltadas a atividades de agricultura.


Outra sugestão é fazer interdisciplinaridade entre Artes e Biologia quanto ao lado direito do cérebro que determina ao ser humano aptidões para desenho, visão espacial, criatividade e manejo artístico.


Na aula de Artes, aprende-se que o desenvolvimento dos dois lados do cérebro através de leitura, escrita, atividades manuais, todos juntamente com práticas de exercícios físicos, contribui para estimular a criatividade.


Vamos à vídeo-apresentação:




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COMO INICIAR AULA DE LOGARITMO - PARTE 2: aplicação de problemas em várias áreas de conhecimento

 

A segunda parte fala da resolução dos problemas sugestivos que envolvem aplicação de logaritmo e são relacionados a situações práticas vistas em outras áreas: geografia, medicina, química e economia.

Foi também abordada a retificação de alguns erros cometidos na primeira parte quanto à nomenclatura por extenso de equações exponenciais feita verbalmente.

Os problemas receberam apenas preparação e depois as efetuações podem ser feitas pelo professor. Eis o gabarito abaixo:

Problemas financeiros - 56,7 Geografia - 23,5 Química - 80,47 Medicina - 3,2


Vamos à apresentação:





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Como iniciar aula de Artes - parte 2: interdisciplinaridade com a educação física; alfabetização; coordenação motora

A parte 2 trata Artes como participante no processo de alfabetização.

É interessante o professor dizer ao estudante que não tem intenção de transformá-lo em desenhista, apesar desse dom existir naturalmente dentro de cada espécie humana.
Na fase de alfabetização, a criança faz atividades manuais para ter contato com objetos e isso estimula o cérebro e desenvolve a coordenação motora. Por isso, o Jardim de Infância, na fase pré-escolar, é o ponto de partida.
Por intermédio da Artes, a criança tem os primeiros contatos com a aritmética e a geometria.
A disciplina faz interdisciplinaridade com a educação física quanto à tarefa de educar corpo e mente para ambos estarem em perfeita harmonia coordenativa.

Vamos à apresentação do vídeo:



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Como iniciar aula de Artes - parte 1: Por que Artes é importante na escola?

A parte 1 sugere falar da importância de se estudar Artes na escola no primeiro dia de aula.


O professor pode usar essa dica para preparar a mente do aluno e conscientizá-lo do porquê da necessidade de se aprender a disciplina e qual finalidade para a vida cotidiana.


A Educação Artística é uma das disciplinas vista pela primeira vez no jardim de infância. O aluno, na vida pré-escolar, começa a se desenvolver cognitivamente por causa de tarefas como pintura, traçar contornos para desenhar objetos, brincadeiras com massa de modelar entre outras atividades com o objetivo de ativar o dom artístico que todo ser humano tem. Exemplo disso é a arte rupestre feita pelos ancestrais da espécie humana atual.


Na década de 70 até a primeira metade dos anos 80 existia a disciplina Desenho, separado da Matemática. Na segunda metade da década de 80, a ideia de Artes passou a se associar com ensino de Geometria.


Todos nós nos deparamos com artes 24 horas através de leitura de jornal, revista, livro em que são encontrados ilustrações de todos os tipos - imagens de histórias em quadrinhos, caricaturas, imagens antigas vistas em livros de história etc.


Analisar pinturas ajuda a desenvolver o raciocínio e interpretação e serve de apoio complementar ao aprendizado de assuntos de outras disciplinas. 


Graças ao estudo de Artes, foram criadas placas de sinalização de trânsito; em hospitais existem ilustrações instrutivas do tipo "é proibido fumar", "pedido de silêncio"; e em algumas instituições de atendimento público como bancos usam-se desenhos de celular cortados por uma faixa para indicar proibição do uso do aparelho.


O professor de Artes pode trabalhar com a turma o exercício abaixo, com duas questões e já com o gabarito sobre apreciação artística feito por homens das cavernas para representar a arte rupestre.



Resposta da questão b: 
Que o homem primitivo, apesar do senso crítico que revelava, tinha, contudo, de levar vida animalesca para sobreviver à custa da caça, já que ainda não havia descoberto a agricultura.


Vamos, agora, à videoapresentação:



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Como iniciar aula de Educação Física - Parte 5: Anatomia, Fisiologia, Bioquímica e condicionamento físico

 


A parte 5 sugere ao professor de educação física apresentar, em sala e aula, assuntos ligados a Anatomia, Fisiologia e Bioquímica como fermentação láctica, utilização do glicogênio e da glicose, respiração aeróbia, fotossíntese, órgãos como o fígado que armazena glicose na forma de glicogênio.


O professor pode selecionar alguns alunos para medir a pulsação com a finalidade de averiguar o grau de condicionamento físico. 


Sobre o coração, é interessante falar do desenvolvimento da musculatura cardíaca visto em atletas, em comparação às pessoas de vida sedentária. E isso influencia no número de mitocôndrias: quanto mais treino houver em qualquer atividade física, maior será a quantidade dessas organelas celulares. Além disso, os capilares sanguíneos são mais numerosos.


Sistema imunológico, vitamina D e hormônio, como a endorfinas, são associados a exercícios físicos.


Vamos à apresentação do vídeo:




   

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