Vamos inovar os métodos de ensino para despertar o interesse dos alunos

Professores novatos e os de longa estrada encontrarão preciosas dicas de ensino para melhorar a qualidade de suas aulas e a participação dos alunos, transformando-os em questionadores e formadores de opinião.

O objetivo é trocar experiências, conteúdos, críticas e sugestões, de modo que os profissionais de ensino fiquem por dentro de como se inicia uma aula incentivadora, sem dar espaço a métodos ultrapassados

Aprender por aprender e não somente aprender por causa de avaliação.
A informação é a melhor arma que enriquece o conhecimento
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Como iniciar aula de Artes - parte 4: origem da geometria; os instrumentos de medida; corpo como unidade

A quarta e última parte é sobre a origem da geometria, iniciando-se a ideia de que Artes e Geometria eram disciplinas distintas e, na década de 80, isso era bem evidente. 


Na maioria das escolas, a Geometria era conhecida como aula de desenho, enquanto na Artes as aulas se apoiavam em trabalhos manuais.


Hoje, quando se assiste a Artes, os conteúdos englobam noções geométricas juntamente com os instrumentos de medida. 


O professor de Artes pode mostrar à turma ilustrações de épocas de transição entre a pré-história e a história sobre a origem dos três elementos básicos da geometria - ponto, reta e plano, e a formação do ângulo reto por meio do uso de estacas, conforme são mostradas pelas figuras apresentadas no vídeo.


É interessante na aula de Artes falar do corpo humano como unidade de medida e, a partir disso, foram criados os instrumentos de medida conhecidos e usados na escola.


Imagina a cobrança de impostos ter sido influenciada pelo cálculo da superfície regular com uso da fórmula base x altura. É dessa forma que a aula se torna atrativa porque associa a teoria com aplicação real.


Graças à educação artística, foi possível o surgimento de avanços de métodos geométricos para o cálculo de rotas de navio e de avião feito por radares. E pensar que tudo isso se iniciou com o homem primitivo usando estacas e cordas.


Vamos à videoapresentação:





 

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Como iniciar aula de Artes - parte 3: equivalência com a geometria; interdisciplinaridade com a Biologia

 

A parte 3 trata do ensino de Artes em equivalência com a Geometria sob o ponto de vista histórico.


Nos anos 80, a disciplina Geometria recebia o nome de aula de Desenho. O professor pode falar sobre a população de muitos séculos que aplicava noções geométricas com uso de estacas para delimitar áreas voltadas a atividades de agricultura.


Outra sugestão é fazer interdisciplinaridade entre Artes e Biologia quanto ao lado direito do cérebro que determina ao ser humano aptidões para desenho, visão espacial, criatividade e manejo artístico.


Na aula de Artes, aprende-se que o desenvolvimento dos dois lados do cérebro através de leitura, escrita, atividades manuais, todos juntamente com práticas de exercícios físicos, contribui para estimular a criatividade.


Vamos à vídeo-apresentação:




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COMO INICIAR AULA DE LOGARITMO - PARTE 2: aplicação de problemas em várias áreas de conhecimento

 

A segunda parte fala da resolução dos problemas sugestivos que envolvem aplicação de logaritmo e são relacionados a situações práticas vistas em outras áreas: geografia, medicina, química e economia.

Foi também abordada a retificação de alguns erros cometidos na primeira parte quanto à nomenclatura por extenso de equações exponenciais feita verbalmente.

Os problemas receberam apenas preparação e depois as efetuações podem ser feitas pelo professor. Eis o gabarito abaixo:

Problemas financeiros - 56,7 Geografia - 23,5 Química - 80,47 Medicina - 3,2


Vamos à apresentação:





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Como iniciar aula de Artes - parte 2: interdisciplinaridade com a educação física; alfabetização; coordenação motora

A parte 2 trata Artes como participante no processo de alfabetização.

É interessante o professor dizer ao estudante que não tem intenção de transformá-lo em desenhista, apesar desse dom existir naturalmente dentro de cada espécie humana.
Na fase de alfabetização, a criança faz atividades manuais para ter contato com objetos e isso estimula o cérebro e desenvolve a coordenação motora. Por isso, o Jardim de Infância, na fase pré-escolar, é o ponto de partida.
Por intermédio da Artes, a criança tem os primeiros contatos com a aritmética e a geometria.
A disciplina faz interdisciplinaridade com a educação física quanto à tarefa de educar corpo e mente para ambos estarem em perfeita harmonia coordenativa.

Vamos à apresentação do vídeo:



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Como iniciar aula de Artes - parte 1: Por que Artes é importante na escola?

A parte 1 sugere falar da importância de se estudar Artes na escola no primeiro dia de aula.


O professor pode usar essa dica para preparar a mente do aluno e conscientizá-lo do porquê da necessidade de se aprender a disciplina e qual finalidade para a vida cotidiana.


A Educação Artística é uma das disciplinas vista pela primeira vez no jardim de infância. O aluno, na vida pré-escolar, começa a se desenvolver cognitivamente por causa de tarefas como pintura, traçar contornos para desenhar objetos, brincadeiras com massa de modelar entre outras atividades com o objetivo de ativar o dom artístico que todo ser humano tem. Exemplo disso é a arte rupestre feita pelos ancestrais da espécie humana atual.


Na década de 70 até a primeira metade dos anos 80 existia a disciplina Desenho, separado da Matemática. Na segunda metade da década de 80, a ideia de Artes passou a se associar com ensino de Geometria.


Todos nós nos deparamos com artes 24 horas através de leitura de jornal, revista, livro em que são encontrados ilustrações de todos os tipos - imagens de histórias em quadrinhos, caricaturas, imagens antigas vistas em livros de história etc.


Analisar pinturas ajuda a desenvolver o raciocínio e interpretação e serve de apoio complementar ao aprendizado de assuntos de outras disciplinas. 


Graças ao estudo de Artes, foram criadas placas de sinalização de trânsito; em hospitais existem ilustrações instrutivas do tipo "é proibido fumar", "pedido de silêncio"; e em algumas instituições de atendimento público como bancos usam-se desenhos de celular cortados por uma faixa para indicar proibição do uso do aparelho.


O professor de Artes pode trabalhar com a turma o exercício abaixo, com duas questões e já com o gabarito sobre apreciação artística feito por homens das cavernas para representar a arte rupestre.



Resposta da questão b: 
Que o homem primitivo, apesar do senso crítico que revelava, tinha, contudo, de levar vida animalesca para sobreviver à custa da caça, já que ainda não havia descoberto a agricultura.


Vamos, agora, à videoapresentação:



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Como iniciar aula de Educação Física - Parte 5: Anatomia, Fisiologia, Bioquímica e condicionamento físico

 


A parte 5 sugere ao professor de educação física apresentar, em sala e aula, assuntos ligados a Anatomia, Fisiologia e Bioquímica como fermentação láctica, utilização do glicogênio e da glicose, respiração aeróbia, fotossíntese, órgãos como o fígado que armazena glicose na forma de glicogênio.


O professor pode selecionar alguns alunos para medir a pulsação com a finalidade de averiguar o grau de condicionamento físico. 


Sobre o coração, é interessante falar do desenvolvimento da musculatura cardíaca visto em atletas, em comparação às pessoas de vida sedentária. E isso influencia no número de mitocôndrias: quanto mais treino houver em qualquer atividade física, maior será a quantidade dessas organelas celulares. Além disso, os capilares sanguíneos são mais numerosos.


Sistema imunológico, vitamina D e hormônio, como a endorfinas, são associados a exercícios físicos.


Vamos à apresentação do vídeo:




   

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Como iniciar aula de Educação Física - Parte 4: mediador, desenvolvimento do cérebro, vaidade

A parte 4 aborda a noção do professor de educação física atuar como mediador, embora todo professor de qualquer disciplina, de qualquer atividade (culinária, corte e costura, judô) é um mediador, orientador, ou seja, fornece a base para, a partir dela, o estudante desenvolver pouco a pouco o conhecimento até ganhar autonomia.  A base é consequência do aprendizado feito de maneira compacta, porém com competência. Na academia, é fácil entender essa noção: o professor de musculação fornece as séries ao aluno de modo que as execuções nos aparelhos sejam feitas de forma correta para não haver problemas de lesão muscular. 


O mediador pode ser entendido também como incentivador de práticas esportivas fora da escola. As aulas de educação física servem como perfil vocacional que pode influenciar o aluno a enxergar alguma modalidade de esporte como profissão.


Quanto ao desenvolvimento do cérebro, a atividade física tem participação fundamental para fazer o cérebro humano crescer, além da alimentação e leitura. Novos neurônios são reproduzidos assim e faz o raciocínio se intensificar mais e mais. Logo, o cérebro quer que todos leiam e façam exercícios como caminhada, corrida, por exemplo, incluindo jogos educativos (xadrez e cubo mágico). 


O professor de educação física pode usar um vídeo que mostra ancestrais dos seres humanos se alimentando de carne e faz o cérebro humano crescer por causa da ação dos ácidos graxos, um dos componentes estruturais químicos dos lipídeos. 


O link do vídeo O Homem Pré-Histórico: Vivendo entre feras para acessar e usar em sala de aula com uso de data show: https://www.youtube.com/watch?v=DkAblXW1cWQ


Sobre vaidade, nem sempre estética corporal é equivalente à saúde. É muito evidente a vaidade física ser vista com frequência em regiões litorâneas por haver associação com procura de academias em busca do corpo perfeito. Esse assunto está entre debates de cultura física.


Vamos à apresentação do vídeo:



   



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