Vamos inovar os métodos de ensino para despertar o interesse dos alunos

Professores novatos e os de longa estrada encontrarão preciosas dicas de ensino para melhorar a qualidade de suas aulas e a participação dos alunos, transformando-os em questionadores e formadores de opinião.

O objetivo é trocar experiências, conteúdos, críticas e sugestões, de modo que os profissionais de ensino fiquem por dentro de como se inicia uma aula incentivadora, sem dar espaço a métodos ultrapassados

Aprender por aprender e não somente aprender por causa de avaliação.
A informação é a melhor arma que enriquece o conhecimento
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INTRODUÇÃO MOTIVACIONAL DE MOVIMENTO CIRCULAR



A introdução motivacional é uma boa sugestão que ajuda ao estudante entender o assunto em associação com situações cotidianas.

Antes de desenvolver a aula com conceitos, definições e princípios, que são os elementos teóricos, o professor pode utilizar notícias de jornal, revista, videoaulas com recursos audiovisuais, ou então contos de fatos ocorridos momentos antes de serem abordados em sala de aula.

Movimento Circular faz parte da unidade Cinemática, da disciplina de Física, e estuda um objeto ou ponto material que se desloca numa trajetória circular.

O professor de Física pode se basear numa matéria de jornal sobre a roda-gigante da Zona Portuária do Rio de Janeiro. No artigo em anexo, estão sublinhadas as especificações das grandezas físicas tempo e velocidade da trajetória circular da atração.

O objetivo é mostrar que o movimento circular não é estudado à toa e, se não fossem as noções básicas de Física, a roda-gigante entre outros objetos que realizam esse tipo de movimento jamais seriam possíveis de serem construídos.

Com os dados informados, a ideia é calcular o diâmetro e o raio do brinquedo. Dessa forma, a aula se torna bem interativa e fazendo o estudante unir teoria e prática estreitamente.


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DICA DE AULA PARA ENSINAR PALÍNDROMOS



Uma dica para quem quiser debater em sala de aula sobre Palíndromos.

O profissional de ensino pode utilizar o exemplo da imagem para introdução motivacional: dizer à turma que, muitas das vezes, lemos vários textos em postagens na internet, em jornais, revistas e livros, e não percebemos as palavras ou números lidos em sentido inverso, e a mensagem permanecer inalterada. Outro exemplo, muito conhecido, é a frase "Amo Roma".

Mesmo se o assunto não fizer parte do conteúdo num determinado bimestre, seria interessante comentar com os alunos, pelo menos por curiosidade, por causa de ter sido publicado e visto acidentalmente durante tour pela internet.
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A IMPORTÂNCIA DA INTRODUÇÃO MOTIVACIONAL


A introdução motivacional é a ferramenta sugestiva que conscientiza o estudante de nunca considerar inútil um determinado assunto dado em sala de aula.

Questionamentos do tipo "Para que preciso saber isso?" é corriqueiro nas queixas de grande parte dos alunos que tentam camuflar a dificuldade de aprendizagem ou total desinteresse por quase todas as aulas.

A introdução motivacional consiste em associar um capitulo com exemplos do dia a dia coletados de jornais, revistas, programas de TV, filmes e até de novelas, além de documentários por meio de projetor audiovisual.

O professor em sala de aula, antes de iniciar os conceitos ou definições de um assunto, ele pode mostrar à turma uma matéria de jornal relacionada ao que será abordado.

O professor de Biologia, por exemplo, de posse de um recorte de jornal, com a matéria "A Importância do Ômega-3", comenta com a turma que esse título faz parte do estudo da Cadeia Alimentar. Uma das ideias é fazer o aluno aprender que o Ômega-3 não é fabricado pelo peixe, como a sardinha e o atum. Esses animais marinhos adquirem tal nutriente por meio das algas que são as sintetizantes dele.

Acontece que, em jornal, em revista e na TV, é comum ler ou ouvir que a sardinha possui Ômega-3, dando à interpretação equivocada de que a substância é construída no interior dos peixes. Por isso, o papel do professor é essencial para esclarecer essas dúvidas.
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Introdução à Filosofia no primeiro dia de aula 6.3-6: Comportamento moral e imoral


Chegamos à 6ª e última parte, subdivisão 3, de introdução motivacional à aula de Filosofia com o assunto Ética x Moral.
Para quem acompanha as postagens, a sugestão é o professor assistir pouco a pouco as apresentações, devido à longa duração.

De posse de um bloco de anotações, identificar os trechos que lhe forem julgados mais interessantes. Em seguida, organizá-los para serem usados em sala de aula, de modo que o estudante tenha total esclarecimento da importância da disciplina para que ele se torne um ser humano argumentador, questionador e dono da sua própria opinião, sem dar espaço às manipulações ocorridas em todos setores que tentam destruir nossa autenticidade. Muitos não sabem, mas a Filosofia está sempre conosco, no nosso cotidiano, porque, na verdade, já nascemos com ela por causa do recurso dada a nós pela natureza que é a ética. A ética tem várias definições, e uma delas considerada de grande parâmetro é a capacidade de escolha, de decisão e liberdade de manter nossos próprios princípios e valores. Ninguém nasce sem ética. É tipo uma herança hereditária, como se já estivesse no DNA de todos. Já a moral é construída e surge de acordo com normas, tradições e regras estabelecidas por uma sociedade de determinado local. Cada país, cidade, estado e município possuem suas normas peculiares. Dessa visão, temos o comportamento moral e imoral. A moral (moral propriamente dita e imoral) é a prática da ética. Enquanto a ética é reflexão, a moral é convenção; logo esta última é determinada por escrito.

Para saber mais, vamos ao vídeo:


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Introdução à Filosofia no primeiro dia de aula 6.2-6: Meus direitos x Meus deveres


A subdivisão 2 da 6ª parte retrata a diferença entre Ética e Moral em relação a direitos e deveres, bem como a interdisciplinaridade entre Filosofia e Língua Portuguesa em relação a ferramentas e elementos da comunicação. Este último é composto de emissor (ou fonte), receptor (ou destinatário), código, canal, mensagem e referência.

A cultura e a ideologia também foram abordadas, porém de maneira breve, para o entendimento da aplicação das ferramentas de comunicação e da ideia de manipulação.

A manipulação é considerada engrenagem necessária ao desenvolvimento da maturidade. Por essa razão, as ferramentas de comunicação (marketing, propaganda e publicidade, merchandising, promoção, eventos, assessoria de imprensa e pesquisas) deveriam ser ensinadas e aplicadas desde a mais tenra idade, em particular nas escolas e locais de formação.

Fica a questão no ar: A ética é baseada na lei ou a lei é baseada na ética?

Para saber mais, vamos ao vídeo:




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Introdução à Filosofia no primeiro dia de aula 6.1-6: Ética x Moral


Nesta sexta e última parte, com 3 subdivisões, o assunto é Ética x Moral.

A subdivisão 1 da 6ª parte trata as primeiras noções de ética e moral do ponto de vista conceitual, a diferença entre ética e magnitude e entre ética pessoal e profissional.
Se o professor quiser abordar o assunto Ética x Moral na introdução à aula de Filosofia, vai ser fundamental para o estudante entender o verdadeiro significado dessas duas palavras muito confundidas por uns que não sabem exercê-las aprimoradamente devido ao total desconhecimento dos seus papéis na sociedade. Na vida prática, a ética e a moral são executadas o tempo inteiro - no lar, no trabalho, na escola, no lazer, nos comércios -, porém os seus conceitos permanecem no subconsciente dos mais leigos. O papel da Filosofia é expor claramente a ética e a moral na mente dos que não conseguem sair das suas zonas de conforto e preferem permanecer na linha de pensamento superficial. A ética é algo que já nasce conosco; enquanto a moral é construída com base nos costumes, tradições, normas, todas estabelecidas por determinada sociedade de certo local - cidade, estado, município, país. A ética é ligada à condição de indivíduo, e a moral tem sentido social.

Quer saber mais? Então vamos ao vídeo da 6ª parte subdivisão 1:




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Introdução à Filosofia no primeiro dia de aula 5-6: Interdisciplinaridade


A quinta parte trata-se da interdisciplinaridade da Filosofia com História, Sociologia e Ciências.

Na parte em que se fala de metodologia científica, faltou mencionar a indução, um dos métodos de raciocínio que aborda experimentações para a comprovação de uma hipótese ou mais de uma. Na vídeo-apresentação foi dita apenas a dedução. Enquanto alguns sábios, como o Isaac Newton, usavam a dedução por falta de recursos tecnológicos, com a prevalência somente do raciocínio, a indução conduz a usos de experiências laboratoriais para provar o que se afirma. Galileu Galilei foi um dos pioneiros da indução.

Imaginemos se grande parte do país desenvolve-se o uso da razão em cima dos sentimentos, das emoções e da prisão radical a doutrinas religiosas implantadas pelas autoridades das igrejas e a ideologias criadas por classes dominantes políticas. Dessa forma, o indivíduo exerceria plenamente sua liberdade de reflexão, uma vez que respeitasse a forma de pensar de cada outro e sem a existência de confrontos ideológicos e religiosos por via de agressões verbais e até físicas.

O conhecimento das grandes correntes do pensamento humano, como o Renascimento, o Humanismo e o Iluminismo, transforma a pessoa em um ser independente e difícil de se convencer. Na contramão, infelizmente, muitos são facilmente manipulados e contaminados por certas doutrinas religiosas e ideologias, e quem as criou tenta convencê-los a seguirem-nas. Graças a essas correntes humanas, a Ciência teve condições de avançar, apesar de a Biologia ter caminhado a marcha lenta até atingir um nível considerado de direito junto a áreas de ciências exatas, como na matemática, física e química.

É interessante entender como a Filosofia é exercida no mundo da política, e a maioria não tem essa noção por falta de interesse durante a vida escolar e, quando finaliza a fase estudantil, permanece na ignorância e aceita naturalmente viver sendo enganado de geração a geração. A Revolução Francesa é um exemplo típico de entender os termos ideologia e burguesia. Esse fato histórico visava interesses burgueses e não populares, apesar de ter sido construído sob o lema Igualdade, Liberdade e Fraternidade. É nesse exemplo que entra o conceito de ideologia. Na Filosofia, o que se leva em conta não é o que uma coisa é ou o objeto é. É como essa coisa ou objeto deveria ser. Isso é conceito de ideologia. Já a burguesia é uma classe social de regime capitalista formada por proprietários do capital - comerciantes, industriais e possuidores de riquezas. O oposto dela é o proletariado, a classe operária formada pela força do trabalho. Com isso, é fácil entender a infiltração da burguesia no mundo político, social e econômico. Por isso, vemos frequentemente tantos casos de corrupção envolvendo políticos e empresários.

Se houver grande desenvolvimento de explicações de maneira bem clara e precisa, o ser humano conseguirá aprender a usar o raciocínio em algumas outras áreas acadêmicas, inclusive na própria Filosofia. Seria fantástico, por exemplo, ter o domínio de raciocínio lógico e abstrato para assimilar, em curto prazo, muitos assuntos de áreas exatas como a matemática, física e química. Havendo essa disciplina de conscientização, não haveria tanta dificuldade em conseguir aprovação em concursos e vestibulares.

Vamos agora ao vídeo?


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