Vamos inovar os métodos de ensino para despertar o interesse dos alunos

Professores novatos e os de longa estrada encontrarão preciosas dicas de ensino para melhorar a qualidade de suas aulas e a participação dos alunos, transformando-os em questionadores e formadores de opinião.

O objetivo é trocar experiências, conteúdos, críticas e sugestões, de modo que os profissionais de ensino fiquem por dentro de como se inicia uma aula incentivadora, sem dar espaço a métodos ultrapassados

Aprender por aprender e não somente aprender por causa de avaliação.
A informação é a melhor arma que enriquece o conhecimento
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Como dar aula de boa qualidade: Interdisciplinaridade 2.2


A subdivisão 2.2 da parte 2 da apresentação sobre interdisciplinaridade, do projeto COMO DAR AULA DE BOA QUALIDADE, vai envolver Sociologia e História.

As duas disciplinas formam, praticamente, uma parceria fixa, como uma interdisciplinaridade vitalícia, porque grande parte dos conteúdos da Sociologia possuem partes históricas.
Não é à toa que o estudante universitário de Sociologia ver matérias de História, assim como o de História tem na grade curricular de estudo as matérias de Sociologia.
Para exemplificar o uso da interdisciplinaridade nas duas disciplinas, a evolução dos meios de comunicação é o assunto escolhido e faz parte naturalmente da lista de conteúdos da Sociologia.
A História é envolvida por haver a comparação entre o Homem na aldeia, século XVI, e o habitante de grande cidade moderna quanto às grandes invenções e revoluções tecnológicas desde a invenção da imprensa até as modernas máquinas de informar.
Os cidadãos estabelecem com a notícia um relacionamento semelhante ao que tem com as demais mercadorias: recebem-na passivamente e já pronta para o consumo.


Para saber mais, vamos à apresentação:



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Como dar aula de boa qualidade: Interdisciplinaridade 2.1


Esta é a subdivisão 2.1 da parte 2 da apresentação sobre interdisciplinaridade, do projeto COMO DAR AULA DE BOA QUALIDADE.

Aqui, vamos mostrar exemplo de como se usa essa metodologia com as disciplinas Biologia, Química e Geografia interagindo entre si, utilizando o assunto Soluções e Coloides, estudado naturalmente em Biologia e Química.
Primeiramente, inicia-se a aula com introdução motivacional sendo feita a seguinte pergunta: O que o leite coalhado, maionese e nuvem têm em comum?
Em seguida, entra em ação a interdisciplinaridade.
Os estudos sobre os coloides têm grande importância científica e industrial: numerosos fenômenos do mundo animal, vegetal e alguns do reino mineral são estudados pela química dos coloides.
Graças ao estudo desse conteúdo, entende-se porque o leite coalha e o fato de as nuvens formarem suspensões coloidais.


Para saber mais, vamos ao vídeo:



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Como dar aula de boa qualidade: Interdisciplinaridade 1

A apresentação sobre interdisciplinaridade, do projeto COMO DAR AULA DE BOA QUALIDADE, é dividida em 2 partes:


Parte 1 - definição e noções gerais de como esse tipo de método é aplicado;


Parte 2 - com subdivisões 2.1, 2.2 e 2.3 - aplicação com participação de algumas disciplinas.


Aqui, nesta publicação, é abordada a parte 1 que fala da definição de interdisciplinaridade e é um tipo de metodologia existente há muito tempo, precisamente surgiu nas últimas décadas do século XX.


É comum ver a interdisciplinaridade ser predominante em projetos escolares e universitários em que vários professores trabalham em conjunto em eventos como Feira de Ciências, atividades literárias, jogos esportivos, artesanatos etc.


A partir do século 21, ganhou grande destaque com a chegada dos primeiros livros escolares enriquecidos de novos conteúdos em consequência de novas pesquisas e passaram a necessitar cada vez mais de avanços metodológicos na transmissão de assuntos cotidianos por meio de vídeos, slides e internet.


Não é difícil ver um conteúdo escolar e perceber que pode envolver conhecimentos de, pelo menos, de duas ou mais disciplinas, embora isso já ocorria em séculos passados. A diferença é que está no patamar globalizado. 


Por isso, a noção de interdisciplinaridade consiste na ideia da transição de conhecimentos isolados para a globalização.


Para saber mais, vamos ao vídeo - parte 1:



 



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COMO DAR AULA DE BOA QUALIDADE: Introdução Motivacional 1.5

 

Seja presencial, seja virtual, em algumas conversas descontraídas, ou de maneira formal como acontece entre especialistas de diversas áreas, podem existir exemplos ligados a conteúdos escolares.


O professor pode tirar proveito de assuntos de bate-papos virtuais e presenciais para serem usados como introdução motivacional. Ele ouve passivamente a conversa entre duas pessoas ou mais e, de repente, extrai algo dessas interações que tenha a ver com a aula que será apresentada num bimestre.


Um exemplo foi quando um candidato à vaga universitária, ao terminar de fazer a prova, perguntou ao fiscal o que a Educação Física tem a ver com a Biologia. Estudar o corpo humano é fundamental nas aulas de Educação Física. 


Perguntas e exercícios também podem servir de base para iniciar uma aula. Em vez de se iniciar um assunto com conceito e definição, sugere-se apresentar primeiramente algum exercício, independente de grau de complexidade, ou alguma pergunta motivacional como um quiz de conhecimentos gerais dos tipos mostrados abaixo:

 



Para saber mais, vamos ao vídeo:




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COMO DAR AULA DE BOA QUALIDADE: Introdução Motivacional 1.4

Imagina o professor andando na rua, entrando em algum comércio, ou mesmo estando na própria residência e, de repente, observa alguma coisa num desses lugares e deduz que pode ser de grande utilidade e levar para a sala de aula por se identificar com algum capítulo de matéria escolar.


Quando se usa uma dessas alternativas na introdução motivacional (rua, estabelecimento comercial, residência), o estudante toma consciência de que qualquer disciplina não se encontra só na escola. A falta de debate sobre isso faz ele ter ideia errada de que qualquer assunto transmitido pelo professor não tem correspondência com ações cotidianas do dia a dia. A disciplina Artes, por exemplo, está em toda parte: desenhos e cores em letreiros de comércios, formas geométricas obrigatoriamente perceptíveis vistas em todos os lugares.


O estudante se desloca da casa para a escola e, ao olhar uma simples árvore, não pensa no papel dela no controle de poluição. Para ele, qualquer árvore serve apenas de enfeite para embelezar as ruas. Se o professor diz a ele que se não fossem as várias árvores nas ruas, todo mundo iria sofrer consequências graves de poluição: doenças pulmonares e ardência forte nos olhos. 


Seria interessante o uso de perguntas de motivação do tipo "Você sabia que quando se entra em um supermercado, é possível encontrar a maioria das disciplinas escolares?" É isso que precisa ser falado e, assim, o estudante terá noção da importância do estudo que não é restrito só na escola.


Na residência, a Matemática, a Química e a Física estão muito presentes. A fervura da água é um fenômeno físico, o cozimento de um ovo é um exemplo de fenômeno químico. Cada cômodo de uma casa lembra as formas geométricas espaciais por possuírem três dimensões - comprimento, altura e largura. Se não fosse a hidrostática, seria impossível a água chegar às torneiras. 


Portanto, se a introdução motivacional for bem explorada, o ensino sofre uma grande evolução e não pode ficar presa a métodos convencionais. 


Para saber mais, vamos ao vídeo:





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COMO DAR AULA DE BOA QUALIDADE: Introdução Motivacional 1.3

Apresentar vídeos relacionados a conteúdos de aula é uma forma de estimular o aprendizado, fortalece a assimilação das informações e conduz a debates facilitando rápido o entendimento. 


O ideal é usar documentários em vez de filmes de longa metragem para fazer a turma prestar mais atenção.


As perguntas de motivação são úteis para iniciar a aula de maneira motivadora porque despertam maior interesse e são dadas após apresentação de vídeo-aula, ou podem ser utilizadas isoladamente, dependendo do tipo de assunto adequado para tal modalidade de introdução.


Na disciplina de Sociologia e na de Filosofia, por exemplo, as perguntas de motivação são muito bem-vindas quando se trata de abordar aula sobre ÉTICA e  MORAL. A razão disso é porque muitas pessoas não sabem exatamente o significado de ÉTICA, muito menos das variantes da MORAL (moral, imoral e amoral). Seria mais interessante ainda exibir um vídeo sobre o assunto. E depois, o professor faz as seguintes perguntas às turmas:

- O que é ética?

- O que é moral, imoral e amoral?

- Todas as pessoas são éticas? 

- Existe algum ser humano que não é ético?

- Não ser ético e antiético são a mesma coisa?


Para saber mais, vamos ao vídeo:



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COMO DAR AULA DE BOA QUALIDADE: Introdução Motivacional 1.2

 

A televisão é uma fonte de riquíssimas informações, com programas que abordam debates sobre ambiente, cidadania, noções de saúde, política e economia. 


A Língua Portuguesa, por exemplo, trabalha com interpretação de texto que explora muitos temas, até mesmo de ficção científica por causa de notícias sobre tecnologia.


O professor está distraidamente assistindo algo na TV e, de repente, um assunto lhe chama atenção e aproveita a chance para planejar uma aula sobre o que havia visto por estar associado a algum conteúdo teórico escolar.


Com o rádio é a mesma coisa. A vantagem de se ouvir rádio é estimular o desenvolvimento cognitivo porque os debates são intensos e muito duradouros e contribuem para assimilar muitas informações e promover trocas constantes de pensamentos críticos. Isso tudo ajuda na criatividade na hora de se fazer redação.


Para saber mais, vamos ao vídeo:



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