Vamos inovar os métodos de ensino para despertar o interesse dos alunos

Professores novatos e os de longa estrada encontrarão preciosas dicas de ensino para melhorar a qualidade de suas aulas e a participação dos alunos, transformando-os em questionadores e formadores de opinião.

O objetivo é trocar experiências, conteúdos, críticas e sugestões, de modo que os profissionais de ensino fiquem por dentro de como se inicia uma aula incentivadora, sem dar espaço a métodos ultrapassados

Aprender por aprender e não somente aprender por causa de avaliação.
A informação é a melhor arma que enriquece o conhecimento
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Como dar aula de boa qualidade: Interdisciplinaridade 1

A apresentação sobre interdisciplinaridade, do projeto COMO DAR AULA DE BOA QUALIDADE, é dividida em 2 partes:


Parte 1 - definição e noções gerais de como esse tipo de método é aplicado;


Parte 2 - com subdivisões 2.1, 2.2 e 2.3 - aplicação com participação de algumas disciplinas.


Aqui, nesta publicação, é abordada a parte 1 que fala da definição de interdisciplinaridade e é um tipo de metodologia existente há muito tempo, precisamente surgiu nas últimas décadas do século XX.


É comum ver a interdisciplinaridade ser predominante em projetos escolares e universitários em que vários professores trabalham em conjunto em eventos como Feira de Ciências, atividades literárias, jogos esportivos, artesanatos etc.


A partir do século 21, ganhou grande destaque com a chegada dos primeiros livros escolares enriquecidos de novos conteúdos em consequência de novas pesquisas e passaram a necessitar cada vez mais de avanços metodológicos na transmissão de assuntos cotidianos por meio de vídeos, slides e internet.


Não é difícil ver um conteúdo escolar e perceber que pode envolver conhecimentos de, pelo menos, de duas ou mais disciplinas, embora isso já ocorria em séculos passados. A diferença é que está no patamar globalizado. 


Por isso, a noção de interdisciplinaridade consiste na ideia da transição de conhecimentos isolados para a globalização.


Para saber mais, vamos ao vídeo - parte 1:



 



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COMO DAR AULA DE BOA QUALIDADE: Introdução Motivacional 1.5

 

Seja presencial, seja virtual, em algumas conversas descontraídas, ou de maneira formal como acontece entre especialistas de diversas áreas, podem existir exemplos ligados a conteúdos escolares.


O professor pode tirar proveito de assuntos de bate-papos virtuais e presenciais para serem usados como introdução motivacional. Ele ouve passivamente a conversa entre duas pessoas ou mais e, de repente, extrai algo dessas interações que tenha a ver com a aula que será apresentada num bimestre.


Um exemplo foi quando um candidato à vaga universitária, ao terminar de fazer a prova, perguntou ao fiscal o que a Educação Física tem a ver com a Biologia. Estudar o corpo humano é fundamental nas aulas de Educação Física. 


Perguntas e exercícios também podem servir de base para iniciar uma aula. Em vez de se iniciar um assunto com conceito e definição, sugere-se apresentar primeiramente algum exercício, independente de grau de complexidade, ou alguma pergunta motivacional como um quiz de conhecimentos gerais dos tipos mostrados abaixo:

 



Para saber mais, vamos ao vídeo:




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COMO DAR AULA DE BOA QUALIDADE: Introdução Motivacional 1.4

Imagina o professor andando na rua, entrando em algum comércio, ou mesmo estando na própria residência e, de repente, observa alguma coisa num desses lugares e deduz que pode ser de grande utilidade e levar para a sala de aula por se identificar com algum capítulo de matéria escolar.


Quando se usa uma dessas alternativas na introdução motivacional (rua, estabelecimento comercial, residência), o estudante toma consciência de que qualquer disciplina não se encontra só na escola. A falta de debate sobre isso faz ele ter ideia errada de que qualquer assunto transmitido pelo professor não tem correspondência com ações cotidianas do dia a dia. A disciplina Artes, por exemplo, está em toda parte: desenhos e cores em letreiros de comércios, formas geométricas obrigatoriamente perceptíveis vistas em todos os lugares.


O estudante se desloca da casa para a escola e, ao olhar uma simples árvore, não pensa no papel dela no controle de poluição. Para ele, qualquer árvore serve apenas de enfeite para embelezar as ruas. Se o professor diz a ele que se não fossem as várias árvores nas ruas, todo mundo iria sofrer consequências graves de poluição: doenças pulmonares e ardência forte nos olhos. 


Seria interessante o uso de perguntas de motivação do tipo "Você sabia que quando se entra em um supermercado, é possível encontrar a maioria das disciplinas escolares?" É isso que precisa ser falado e, assim, o estudante terá noção da importância do estudo que não é restrito só na escola.


Na residência, a Matemática, a Química e a Física estão muito presentes. A fervura da água é um fenômeno físico, o cozimento de um ovo é um exemplo de fenômeno químico. Cada cômodo de uma casa lembra as formas geométricas espaciais por possuírem três dimensões - comprimento, altura e largura. Se não fosse a hidrostática, seria impossível a água chegar às torneiras. 


Portanto, se a introdução motivacional for bem explorada, o ensino sofre uma grande evolução e não pode ficar presa a métodos convencionais. 


Para saber mais, vamos ao vídeo:





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COMO DAR AULA DE BOA QUALIDADE: Introdução Motivacional 1.3

Apresentar vídeos relacionados a conteúdos de aula é uma forma de estimular o aprendizado, fortalece a assimilação das informações e conduz a debates facilitando rápido o entendimento. 


O ideal é usar documentários em vez de filmes de longa metragem para fazer a turma prestar mais atenção.


As perguntas de motivação são úteis para iniciar a aula de maneira motivadora porque despertam maior interesse e são dadas após apresentação de vídeo-aula, ou podem ser utilizadas isoladamente, dependendo do tipo de assunto adequado para tal modalidade de introdução.


Na disciplina de Sociologia e na de Filosofia, por exemplo, as perguntas de motivação são muito bem-vindas quando se trata de abordar aula sobre ÉTICA e  MORAL. A razão disso é porque muitas pessoas não sabem exatamente o significado de ÉTICA, muito menos das variantes da MORAL (moral, imoral e amoral). Seria mais interessante ainda exibir um vídeo sobre o assunto. E depois, o professor faz as seguintes perguntas às turmas:

- O que é ética?

- O que é moral, imoral e amoral?

- Todas as pessoas são éticas? 

- Existe algum ser humano que não é ético?

- Não ser ético e antiético são a mesma coisa?


Para saber mais, vamos ao vídeo:



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COMO DAR AULA DE BOA QUALIDADE: Introdução Motivacional 1.2

 

A televisão é uma fonte de riquíssimas informações, com programas que abordam debates sobre ambiente, cidadania, noções de saúde, política e economia. 


A Língua Portuguesa, por exemplo, trabalha com interpretação de texto que explora muitos temas, até mesmo de ficção científica por causa de notícias sobre tecnologia.


O professor está distraidamente assistindo algo na TV e, de repente, um assunto lhe chama atenção e aproveita a chance para planejar uma aula sobre o que havia visto por estar associado a algum conteúdo teórico escolar.


Com o rádio é a mesma coisa. A vantagem de se ouvir rádio é estimular o desenvolvimento cognitivo porque os debates são intensos e muito duradouros e contribuem para assimilar muitas informações e promover trocas constantes de pensamentos críticos. Isso tudo ajuda na criatividade na hora de se fazer redação.


Para saber mais, vamos ao vídeo:



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COMO DAR AULA DE BOA QUALIDADE: Introdução Motivacional 1.1

O professor pode utilizar fontes como jornal, revista, livro didático e enciclopédia para extrair deles informações correspondentes a assuntos escolares.


Revistas e jornais, por exemplo, possuem colunas que funcionam, em algumas situações, como miniaulas, e seria interessante levá-los para a sala de aula e mostrar aos estudantes as aplicações do dia a dia e que o conhecimento não é à toa e deve ser valorizado.


O próprio livro didático, adotado pela escola, é repleto de exemplos práticos associados ao conteúdo teórico apresentado pelo professor. A partir do início do século 21, os livros escolares apareceram bem mais enriquecidos com temas que se atualizam periodicamente para se adaptarem aos novos modelos de avaliação de vestibular e de variados concursos. Logo, possuem introdução motivacional e também interdisciplinaridade.


Com o avanço de pesquisas e consequente obtenção de novas informações, inovadas metodologias de ensino são necessárias para o desenvolvimento das aulas de modo qualitativo predominantemente.


A enciclopédia é uma mistura de assuntos de diversas áreas de conhecimento e considerada ferramenta de grande utilidade - até para planejamento de aula - devido à abundância de aplicações cotidianas que fazem as aulas serem mais atrativas.


Para saber mais, vamos à apresentação:



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COMO DAR AULA DE BOA QUALIDADE: Introdução Motivacional - O início

O Espaço Docente Aprendiz trabalha com dois elementos: Introdução Motivacional e Interdisciplinaridade.


A vídeo-apresentação da introdução motivacional é dividida em 6 partes e diz o que é e como se usa esse método para a aula ser eficaz e fazer qualquer escola ser a melhor do Brasil.


Na forma convencional, a maioria das aulas se inicia com a teoria, e em seguida usam-se aplicações relacionadas ao conteúdo dado por meio de exercícios mais avançados de estilo concurso e vestibular, exemplos do dia a dia, aplicações nas áreas profissionais.


A metodologia já existe há muito tempo, mas ganhou mais holofotes a partir do início do século 21 devido à evolução dos livros didáticos para o acompanhamento das mudanças de modelos de provas de vestibular no critério de grau de complexidade dos estilos de questões, embora alguns livros nos últimos anos finais do século 20 já apresentavam conteúdos desenvolvidos pela introdução motivacional.


Afinal, o que é a introdução motivacional? E como se usa?


O método consiste em iniciar a aula no sentido inverso ao da modalidade convencional: da prática para a teoria. 


A forma inovadora usa assuntos de jornal, revista, livro, enciclopédia, TV, rádio, vídeos de multimídia e de internet, ruas, comércios, bate-papos presenciais e virtuais. O professor escolhe uma dessas fontes que esteja relacionada adequadamente com o tipo de assunto bimestral.


Para se ter uma ideia, jornal e revista, por exemplo, contêm assuntos que servem como miniaula, predominantemente os de tema de saúde, sociológico e histórico.  


Para saber mais, vamos ao vídeo:



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